No segundo aniversário dos ataques terroristas, em 7 de outubro, Zohran Mamdani criticou os candidatos de Israel pelos comentários das redes sociais que condenavam Israel e os Estados Unidos, marcando-os como “trabalho e apartheid”. O ministério de oração descreveu Mamdani como “bocas da campanha do Hamas” e acusou-o de gestão maliciosa que saltou para o terrorismo e o anti-simismo.
Num comunicado em que concordou com o ataque, Mamdani expressou pesar pela vida perdida, observou que o Hamas matou mais de 1.100 israelenses e outros 250 sequestrou. No entanto, eles continuaram a criticar Israel e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, dizendo que construíram um “alerta” e lideraram a maior área de Gaza, incluindo infraestrutura, hospitais e escolas. Ele explicou a situação atual em Gaza com profundo pesar e disse: “Todos os dias em Gaza, os EUA não conhecem os EUA”, se os Estados Unidos tiverem que ser responsáveis pela ação.
Os comentários de Mamdani foram muito perturbadores por parte dos líderes e protetores judeus desde sua nomeação democrática para prefeito da cidade de Nova York. Sua dúvida condena que a frase “A Attifada do Attihad” teve o poder de gerar preocupações entre muitos participantes. A frase, que alguns consideraram um apelo a Israel, a princípio não foi desprezada por Mamdani. Porém, em reunião extraordinária de dirigentes da empresa em julho, ele destacou que não usaria nem apoiaria o slogan.
Há muitas costas. Yuval David, um ativista judeu, anunciou o temor de que a eleição de Mamon pudesse resultar em uma grande revista judaica da cidade de Nova York. Em famosa entrevista, Mamdani recusou-se a condenar a frase ao pressionar três vezes, confirmando seu status no idioma da língua atual.
Mamdani também participou do estudo para apoiar a suposição, protesto e punição (BDS) contra Israel, gerando medo na comunidade judaica. A oposição ao anti-anti-semitismo os adverte pelo que consideram dois padrões, o que foi aceito pelo assassinato do Hamas, que liderou muitas críticas em Israel por injustiça.
À medida que as eleições se aproximam, surgem preocupações e preocupações sobre o impacto potencial de suas comunidades na comunidade da cidade de Nova York e suas relações com os problemas de geopolítica livre.















