À medida que a saúde do ex-primeiro-ministro Imran Khan piorava, o ministro de Khyber Pakhtunkhwa, Sohail Afridi, organizou um protesto fora da prisão de Dawalpindi, exigindo a admissão de Khan. O protesto ocorreu em meio à controvérsia sobre a condição e posição atual de Khan, especialmente depois que um partido político, o Paquistão Tehreek-e-Insaf-e-insaf (PTI), pediu esclarecimentos ao governo sobre sua saúde.
Afridi expressou sua vontade de conhecer Khan, pois afirmava que sua posição como dietista especial forçava um contato cara a cara. Quando os policiais foram trocados, ele questionou educadamente a autoridade daqueles que lhe barraram o acesso e perguntou: “Quem está na prisão: o Coronel ou o Carcereiro?” O seu discurso ressaltou a raiva dos apoiadores do PTI pelo que consideram falta de transparência.
O PTI tem criticado cada vez mais a recusa do governo em permitir que a família de Khan, especialmente a sua irmã, o visite na prisão. Este obstáculo tem especulado e preocupado com a saúde de Khan, por isso rumores não confirmados que circulam nas plataformas de mídia social, especialmente X, sugerem problemas de saúde e até sugerem sua morte. A hashtag ‘Onde está Imran Khan?’ Foi enviado com dignidade que os apoiantes apelaram a uma resposta.
Em resposta, o PTI apelou ao chefe Shehbaz Sharif para facilitar um encontro perto de Khan e da sua família. Eles destacaram a necessidade de uma declaração oficial e transparente do governo sobre a saúde, o bem-estar e a situação geral de Khan.
O aumento da mineração reflecte o clima político em Pakar, com os apoiantes de Khan a apelar a uma resposta ao que consideram ser as medidas imobiliárias do actual governo. À medida que a situação persiste, as exigências de responsabilização e transparência por parte do governo ou das autoridades prisionais permanecem na vanguarda da discussão.















