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O policial aposentado que foi pego enforcando o cachorro ‘Susú’ na Independência pediu desculpas

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Um homem em Independencia foi gravado estrangulando seu cachorro, Susu. Apesar de lançar um vídeo de desculpas, suas ações causaram uma onda de indignação. Grupos de defesa dos animais e vizinhos organizaram protestos exigindo justiça, o que resultou em confrontos. – Notícias 24 horas

O caso de Eles estão secoso cachorro que foi vítima de crueldade contra animais na rua Contisuyo, no bairro de Independência, voltou a chamar a atenção do público após Óscar Balarezo Ávalosex-policial e apontado como responsável pelo vídeo viral, postou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas. No material, Balarezo garantiu que o evento “não foi completo” e mostrou documento veterinário como comprovante do tratamento recebido pelo animal.

Longe de acalmar a agitação, a explicação de Balarezo provocou ainda mais indignação entre grupos de direitos dos animais e residentes locais. Reunidos na avenida onde ocorreu o incidente na manhã de sábado, exigindo justiça pela morte de Eles estão secos. Os manifestantes repreenderam o ex-representante, questionando a sinceridade do seu arrependimento e lembrando que a crueldade contra os animais é punível com três a cinco anos de prisão.

Óscar Balarezo Ávalos, ex-policial sob investigação, pediu desculpas pelo vídeo publicado nas redes sociais, que aumentou a indignação dos cidadãos. – Notícias 24 horas

Durante a manifestação houve slogans como: “você é um assassino e não acreditamos em você!” e “A lei é para todos!”, referindo-se ao fato de o verdadeiro investigador ser um ex-policial. Érika Yaraque acompanhou a denúncia e o processo de confisco do animal, expressou sua frustração: “Hoje sinto raiva, frustração e frustração, porque infelizmente no Peru não existe uma punição exemplar para atos de extrema crueldade contra os animais”.

O dia, que começou de forma pacífica, ficou tenso quando os manifestantes atiraram objetos na casa de Balarezo. Agentes de Polícia Nacional Eles já estavam no local e procederam à prisão de uma pessoa que foi levada à delegacia de Tahuantinsuyo. Grupos de defesa dos direitos dos animais condenaram este ato de violência e reiteraram que permanecerão vigilantes para evitar que qualquer tentativa fique impune.

Susu foi resgatado pelos moradores
Os vizinhos resgataram Susu quando um homem tentou sufocar no meio da rua. Imagem: Composição Infobae Peru

Vizinhos e participantes da manifestação, alguns com filhos menores e animais de estimação, insistiram que nada justifica o abuso de animais. “O homem disse que estava doente, mas ninguém pode confirmar o que ele fez”, disse um manifestante.

Com o protesto, o Procuradoria Criminal do Sexto Distrito de Lima Norte abriu uma investigação preliminar contra Balarezo por supostos crimes de abandono e crueldade com animais de criação e animais silvestres. O Ministério do Interior e a Polícia Nacional supervisionam a investigação, que reúne provas e depoimentos para estabelecer a responsabilidade.

O vídeo, que capturou o alegado enforcamento do cão no meio de uma via pública, suscitou reações imediatas de cidadãos e organizações dedicadas à proteção dos direitos dos animais. ele Conselho Nacional de Proteção aos Animais anunciou que assumirá a defesa jurídica do caso, buscando uma punição exemplar. O seu representante, Edwin Barrientos, lembrou que a lei prevê uma pena de prisão entre quatro e cinco anos de prisão em casos de morte causada por abuso de animais.

ele Ministério de Estado Ele ordenou uma viagem urgente para esclarecer a situação. O promotor provincial Ronald Eduardo Caballero Benites ordenou o depoimento dos entrevistados e testemunhas, bem como o histórico médico e os relatórios veterinários de Susú, para determinar o estado de saúde do animal e o motivo do assassinato. Também foram solicitadas a identificação do médico responsável e o acesso às imagens das câmeras de segurança.

A versão de Balarezo, que confirma que pretendia evitar que o cão sofresse devido à doença que teria morrido, será analisada para determinar se existe apoio médico e jurídico que o liberte da responsabilidade criminal.

As organizações de proteção animal enfatizaram que este passo será fundamental para dar o exemplo e fortalecer a proteção animal. Além disso, reiteraram o seu compromisso sempre atente para que o caso não seja poupado e garanta a punição de acordo com a gravidade da situação.



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