Madrid, 6 fev (EFECOM).- O PP condenou esta sexta-feira que o governo não cumpriu as disposições da Lei da Mobilidade Sustentável que exigiam a aprovação de um plano de emergência para a rede ferroviária, com um plano específico para o atendimento de emergência dos passageiros e um protocolo sistemático para a análise de incidentes na rede.
Esse dispositivo foi incluído na lei como uma das 20 emendas do grupo popular no Senado, posteriormente confirmada no Congresso, e estabeleceu um prazo de pelo menos dois meses para a apresentação desses planos, a partir da entrada em vigor da lei em 4 de dezembro de 2025.
Em comunicado, o PP acusou o Governo de “ocultar” o estado da rede ferroviária espanhola e de “infringir” a lei, uma vez que ontem, 5 de fevereiro, expirou o prazo e não apresentou o plano exigido.
O subsecretário de Finanças, Habitação e Infraestruturas, Juan Bravo, lembra ainda que na sessão do Congresso da próxima terça-feira será debatida a proposta ilegal do seu grupo que obriga o Executivo a realizar uma auditoria externa independente para analisar as vibrações e incidentes do AVE e aprovar o plano ofensivo do território para a rede ferroviária espanhola.
Bravo confirmou que o ministro dos Transportes, Óscar Puente, deve “demitir-se” e perguntou “que garantias pode dar ao ministro que se rebela e não respeita as disposições da lei” nas negociações para travar a greve geral no sector da 8ª, 9ª e 10ª.EFE.















