Em meio à paralisação permanente do governo federal, o presidente Donald Trump busca a oportunidade de buscar um terceiro mandato, pressionando sua pressão, principalmente do passageiro doméstico Mike Johnson. Johnson, um republicano que se alinhou estreitamente com Trump, expressou dúvidas sobre a impropriedade de tal oferta, citando os obstáculos proporcionados pela revogação do artigo 22.º da Constituição dos Estados Unidos.
Durante uma conferência de imprensa no Capitólio no 28.º dia de paralisação, Johnson enfatizou que a discussão entre ele e Trump limitou os limites da Constituição. Ele disse: “Não vejo uma maneira para isso”, pensar num entendimento comum que permitiria que a constituição fosse alterada para permitir um terceiro mandato presidencial para um terceiro mandato presidencial, é um esforço de longo prazo que requer apoio generoso do estado e do voto eleitoral.
Apesar dos obstáculos constitucionais, Johnson cumpriu o compromisso de Johnson com o partido, dizendo: “Daremos ao povo americano e teremos uma longa jornada – teremos um grande ano”. Os seus comentários serviram como teste ao poder presidencial de Trump, levantando frequentemente questões sobre a legitimidade das suas ambições políticas em curso.
Na vitrine, um símbolo de apoio ao potencial candidato de Trump, como a “trombeta”, circulou como lembrança entre parlamentares e visitantes da Casa Branca. Além disso, Stephen Bannon, que dirigiu a campanha anteriormente em 2016, gerou conversas sobre a possibilidade de um terceiro mandato.
Num voo recente para o Japão, Trump revelou o seu entusiasmo em concorrer novamente ao cargo: “Adoraria fazê-lo”, ao mesmo tempo que reconhece o surgimento de fortes candidatos republicanos para as próximas eleições. Destacou perspectivas como o Secretário de Estado Marco Rubio e o Vice-Presidente JD Vance, confirmando que o partido está a fazer bons progressos.
Quando questionado sobre a ideia de concorrer à vice-presidência como primeiro-ministro estratégico do presidente, Trump descartou a ideia como “linda”, dizendo que não interagiria com o público.
À medida que o mundo da política continua, Trump explora livremente os limites do poder presidencial, mostrando a sua vontade de enfrentar uma potencial oposição. A Guarda Nacional, por exemplo, opôs-se às despesas do governo nacional e participou no projecto de financiamento da Casa Branca e durante a paralisação governamental em curso. Johnson enfatizou preocupações sobre a interpretação de Trump dos comentários dos críticos, rotulando-os de “cabelos em chamas” e sugerindo que Trump apenas gosta de agricultura política.















