Vários testemunhos de cidadãos quenianos resgatados mostram que muitos não conhecem o lugar e a verdadeira natureza das ações que deveriam tomar após responderem a Jó. Segundo informações publicadas pelo El País, a embaixada do Quénia em Moscovo confirmou a presença de feridos e desalojados no país, depois de terem sido aceites para participar no conflito oriental. As autoridades quenianas alertaram para um aumento nos pedidos de ajuda e consultas de familiares devido à preocupação de que mais pessoas pudessem juntar-se ao esforço de guerra.
O meio de comunicação El País anunciou que o queniano Mudavadi, chefe do Estado-Maior do Quénia, subestimou que 200 membros das forças armadas se juntaram ao movimento no Quénia e na Rússia, através de tácticas enganosas. A denúncia das autoridades quenianas incluía pelo menos 21 cidadãos de Athi River, uma cidade que fica a 30 quilómetros de Nairobi, que esperavam para ir para o campo de batalha com a impressão de que iriam desempenhar funções civis.
Durante a operação realizada no dia 24 de setembro, as forças de segurança acusaram um acusado de organizar esses documentos. Conforme noticiado pelo El País, este suspeito enfrenta uma investigação judicial, alegando estar ameaçando o país com a promessa de trabalho fora do país. Entre eles figurava o contrato assinado com a agência que oferecia uma indemnização até 18 mil dólares (cerca de 150 mil euros), que deveria cobrir o visto, a transferência e os custos.
Os depoimentos recolhidos pelo El País revelaram que não sabiam que os trabalhos a realizar incluiriam atividades como trabalhos de montagem e pintura, sem formação nem segurança. Algumas das vítimas perceberam a magnitude do engano quando foram resgatadas, enquanto o governo insistiu na urgência de alertar o público para prevenir mais pessoas do que as vítimas destas redes de recrutamento.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros queniano manifestou preocupação com o medo crescente dos seus cidadãos nas áreas mineiras no contexto do conflito com forças estrangeiras. Musalia Mudavadi reiterou a intenção do executivo de proteger os quenianos no estrangeiro e manter a ajuda para quem a pede, bem como monitorizar os familiares que procuram informações sobre os seus entes queridos.
O fenómeno do acasalamento não se limita apenas ao Quénia. Segundo o El País, o vice-diplomata, Sr. Africano do país, mais de 1.436 foram levados pelo exército russo desde 2022, instando os governos africanos a impedirem tais ações africanas. Além disso, o presidente sul-africano, Cyril RamaNosa, informou que cerca de quinze africanos solicitaram ajuda da zona de combate, embora não tenham especificado a largura, o que mostra o início do estilo de trabalho e dos africanos em muitos aspectos.
O El País informou ainda que o governo queniano mantém contactos regulares com familiares e vítimas, alertando para os vários métodos de fraude utilizados pela nova rede. As investigações realizadas pelas autoridades procuram determinar a verdadeira natureza destas atividades e reforçar a prevenção e contramedidas contra estes tipos de exploração.
O governo queniano apelou à cooperação internacional para reforçar a vigilância dos cidadãos africanos em situações de agitação fora do continente.















