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ONU condena morte de um dos seus funcionários após ter sido detido no Sudão do Sul

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Anita Kiki Gbeho, chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), disse que o assassinato de funcionários da ONU é inaceitável e que é necessária uma investigação rápida e completa para esclarecer o que aconteceu e garantir que os responsáveis ​​sejam responsabilizados. Com estas palavras, as Nações Unidas reuniram num comunicado publicado esta semana, a preocupação internacional surgiu após a morte de um dos funcionários das Nações Unidas enquanto estava nas mãos das forças de segurança do Sudão do Sul.

Conforme noticiado pelas Nações Unidas e divulgado por diversos meios de comunicação, a vítima, cuja identidade não foi divulgada até o momento, trabalhava em Wau, capital do estado de Bahr el Ghazal Ocidental. O trabalhador foi detido por atores ligados à segurança do país africano em 15 de dezembro de 2023, segundo a UNMISS no seu comunicado.

Segundo as Nações Unidas, após a detenção, o representante da missão esteve em contacto constante com as autoridades locais para saber a localização do trabalhador e gerir a sua libertação. A UNMISS confirmou que estava profundamente chocada com o incidente e expressou as suas condolências às famílias e parentes dos falecidos, e expressou a necessidade de proteger o seu pessoal.

O meio de comunicação ONU News observou que, até agora, o governo do Sudão do Sul não fez uma declaração pública sobre este incidente e não forneceu detalhes sobre as circunstâncias que levaram à prisão e morte do pessoal da ONU. A falta de informação oficial provocou uma forte pressão internacional para esclarecer a situação e determinar as possíveis responsabilidades daqueles que participaram no processo de detenção.

Na declaração, a UNMISS reiterou o seu pedido de uma investigação “extensa” para esclarecer as razões da sua detenção e as condições que levaram à sua morte, e apelou às autoridades do Sudão do Sul para que agissem de forma rápida e transparente. As Nações Unidas confirmaram que esta situação ameaça a segurança dos trabalhadores humanitários e dos diplomatas que trabalham na região e sublinha a necessidade de respeitar a dignidade e os direitos dos seus funcionários, conforme exigido pelo direito internacional.

A morte do trabalhador, segundo as Nações Unidas, suscitou preocupações entre outras agências e organizações internacionais com presença no Sudão do Sul, país que vive uma situação de segurança difícil e várias missões de ajuda humanitária alertaram para riscos acrescidos para os trabalhadores estrangeiros e locais que prestam serviços de ajuda.

A fonte da UNMISS insistiu que a transparência e a responsabilização nesta matéria não só conseguirão justiça, mas também evitarão ataques ou abusos de autoridades internacionais. As Nações Unidas confirmaram que continuarão a apoiar as famílias dos mortos e a cooperar com as autoridades do Sudão do Sul, enquanto se aguardam respostas concretas sobre o ocorrido.



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