Mostrou o um primeira recusa pelas reivindicações da Central dos Trabalhadores Bolivianos (COB) por um aumento salarial 20%
Esta posição foi oficializada depois que a principal central sindical do país enviou sua lista de reivindicações ao presidente Rodrigo Paz, no âmbito de uma campanha massiva na cidade de La Paz.

O pedido de ESPIGA Isto inclui o aumento do salário mínimo nacional e do salário base, o que garante aos trabalhadores setores privado e público. O pedido foi apresentado oficialmente ao Governo, onde estiveram presentes na sede presidencial representantes de nove departamentos do país.
O secretário executivo do centro, Mário Argoloexplicou que a reclamação é baseada em dados oficiais e o prazo para receber resposta do Executivo é de dez dias. O dirigente sindical destacou que este documento une o movimento operário este ano.
A Central dos Trabalhadores Bolivianos exigiu um aumento de 20% no salário mínimo do país e benefícios básicos para trabalhadores públicos e privados. O pedido, apresentado ao presidente Rodrigo Paz Com o apoio de representantes de todo o país, baseou-se em dados oficiais e dá resposta do Governo no prazo de dez dias.
Nesta situação, o Câmara Nacional da Indústria (CNI) manifestou em comunicado a “absoluta rejeição” da proposta do COB. A empresa alertou que as medidas neste sector poderão ter um impacto negativo na economia nacional, podendo inflaçãoinstabilidade social, agravamento da pobreza e destruição do emprego formal e produtivo.
A CNI confirmou que o Governo autorizou um aumento de 20% do salário mínimo nacional até 2026, que terá início em 2026. US$ 395 de US$ 474com o objetivo de recuperar o poder de compra perdido devido à inflação 20,4% registrados no ano passado.
Além disso, a câmara industrial enfatizou a necessidade de implementar políticas de recuperação e crescimento económico, bem como garantir protecção jurídica para incentivar o investimento privado.

Por parte, o Câmara Nacional de Comércio (CNC) Ele também se opôs à proposta do sindicato. Em nota, a secretaria considerou que a exigência não só é “inviável”, mas contrária à decisão do presidente Rodrigo Paz, que estabelece que a decisão sobre salários deve partir de negociações diretas entre empregadores e trabalhadores.
A CNC lembrou que a actual situação económica não permite um compromisso que possa pôr em perigo a integridade da profissão jurídica.

Neste contexto, alguns ministros do Governo anteciparam que a crise económica impedirá aumentos salariais este ano para o sector público.
Relativamente ao sector privado, os responsáveis sugeriram que a discussão fosse realizada em três mesas, de acordo com a recomendação do Organização Internacional do Trabalho (OIT)juntamente com empregadores, sindicatos e representantes do Ministério do Trabalho.
(com informações da EFE)















