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Os preços do petróleo subiram depois que Venezuela e Brent fecharam em US$ 60

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O barril de petróleo Brent foi registrado na última quarta-feira e atingiu US$ 59,90, segundo a mídia original, após a polêmica declaração de Donald Trump que deixou o mercado internacional tenso. O presidente dos EUA anunciou um “embargo total e completo” a todos os petroleiros que entram ou saem da Venezuela, o que ajudou a abrandar a tendência descendente que tem caracterizado o mercado recentemente e empurrou os preços do Brent para mais perto dos 60 dólares.

Segundo a notícia, o preço do barril europeu aumentou 1,66% face ao fecho de terça-feira, deixando a perda que manteve o preço abaixo dos 60 dólares, uma marca constante desde a primavera passada. Esta dinâmica foi também transferida para o petróleo bruto norte-americano, West Texas Intermediate (WTI), que subiu para 56,47 dólares por barril, um aumento de 2,4% face à sessão anterior.

A mídia destacou que a decisão do governo Trump de reforçar as sanções contra a Venezuela e bloquear completamente o fluxo de petróleo do país sul-americano foi a principal causa do aumento dos preços internacionais do petróleo. Donald Trump acusou publicamente o governo de Nicolás Maduro de “ir atrás do petróleo venezuelano” e ameaçou intensificar o conflito se os bens não forem devolvidos aos Estados Unidos “imediatamente”.

Nesta escalada do discurso, o presidente norte-americano declarou o “regime” liderado por Maduro como uma organização terrorista, segundo a imprensa. Trump confirmou que a Venezuela está “rodeada pela maior força naval alguma vez reunida” no continente americano, sublinhando que esta pressão militar “só vai piorar”.

De acordo com a cobertura inicial, Trump enfatizou as consequências da sua estratégia, declarando que “o impacto sobre eles será sem precedentes, até que devolvam aos Estados Unidos todo o petróleo, terras e outros bens que roubaram anteriormente”. Esta voz, bem como o anúncio da ameaça absoluta, contribuíram imediatamente para uma maior perturbação no mercado energético internacional.

O reforço do embargo dos EUA a Caracas, que afeta todas as exportações e importações de petróleo ligadas aos portos venezuelanos, provocou uma reação imediata nos indicadores financeiros relacionados com a energia. Segundo o comunicado, o bloqueio responde à política de pressão de longo prazo dos Estados Unidos sobre o governo Maduro, onde Washington mantém uma linha dura em matéria de sanções e restrições comerciais.

A medida surge após uma disputa diplomática entre os dois países e num contexto de profundos problemas económicos da Venezuela, exacerbados pela diminuição das receitas do petróleo. O embargo cria também um risco de maior isolamento internacional para a administração venezuelana e limita a sua margem de manobra no mercado energético global, algo que os analistas consideram decisivo para a subida do preço do Brent e do WTI, indica a mesma fonte.

Este aumento dos preços do petróleo europeus não é apenas um reflexo do impacto imediato do anúncio do presidente, mas também da percepção de riscos acrescidos relativamente à estabilidade da oferta global, reavivando esperanças de recuperação para os vários mercados energéticos dependentes do petróleo venezuelano.

Os meios de comunicação salientaram que a situação poderá piorar se Washington reforçar a presença de tropas na região ou tomar novas medidas repressivas, enquanto a administração Trump sustenta que o alívio das sanções depende da devolução de bens aos Estados Unidos. As tensões aumentaram depois que o governo venezuelano a declarou uma organização terrorista, designação que ajuda a complicar futuras negociações e discussões diplomáticas, além de pressionar aliados e empresas estrangeiras que operam no setor petrolífero do país sul-americano.

Ao final da publicação, há uma perspectiva incerta sobre o futuro do mercado global de petróleo. A política de confronto estabelecida pelos Estados Unidos continua a afectar o comportamento dos principais mercados financeiros do sector energético, enquanto as partes envolvidas mantêm posições opostas e cresce a expectativa de novas ações por parte de Washington e Caracas.



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