Dois oficiais não foram nomeados Polícia Nacional Peruana (PNP) foi efetivamente condenado à prisão por solicitar o pagamento de propina a dois adolescentes durante uma intervenção na cidade de VivaProvíncia de Lima Norte. A promotoria da empresa especializada em crimes cometidos por funcionários de Huaura confirmou antes do julgamento que o empresário Jefferson Piscoya sim Jesus MONTEGRO eles se voluntariaram crise passiva passiva solicitando s/300 de menores em troca de evitar sua prisão.
O caso decorre de uma intervenção ocorrida durante a manhã, quando os agentes prenderam Dois menores de 15 anos que andam de moto sem capacete de segurança pela huaura. Os agentes obrigaram os adolescentes a descer do carro e continuaram a retirar-lhes vários bens: telemóveis, carteiras com dinheiro, carregadores, chaves e documentos nacionais.
Segundo denúncia da Promotoria de Huaura, o Os suboficiais empurraram os jovens, colocaram-nos na viatura oficial de combate e informaram verbalmente que deveriam entregar o s/300 para “resolver o problema”. e não seja tirado da prisão.
Diante de pressões e ameaças, um dos menores efetuou o pagamento por meio de transferência digital. Depois disso, os jovens foram libertados da via pública sem apresentarem provas escritas da sua intervenção e eles não devolveram os detalhes que haviam apreendido.

As principais evidências fornecidas por A promotoria incluiu relatórios de reclamações verbais, registros de transações e serviços, bem como a placa da viatura lotada na Delegacia de Huaura. As autoridades judiciais concluíram que existem elementos convincentes para estabelecer a responsabilidade penal dos dois agentes que não os nomearam.
A frase definida é prisão efectiva nove anos, dez meses e quinze dias Indivíduos pelo crime de corrupção nos meios de comunicação social. O processo foi liderado pelo procurador provincial Cristian Márique Mendozamembro do primeiro conselho de Ministério Público é especializado no crime de corrupção nas autoridades de Huaura. Durante o interrogatório é avaliada a carteira digital, bem como a verificação das alterações do operador e do percurso e do percurso natural e do pessoal do supervisor noturno.
Na investigação, o Ministério Público também solicitou a Levanta o sigilo do relacionamento de um dos réus, Jefferson Piscoyaverificar a comunicação telefônica entre a operadora e o menor, condição que motivou a liberação do inquérito na ação policial.
O escândalo teve impacto no Delegacia de polícia de Huauraonde vários métodos são usados para encontrar evidências relacionadas a conflitos e corrupção. O processo judicial continuará com a execução da sentença e a avaliação de possíveis pedidos. O caso aproveitou a prática de alguns policiais. PNP E a resposta das instituições públicas da região de Huaura, enquanto se aguarda a implementação da punição e possíveis reformas no controle da intervenção policial com menores.















