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Pequim explicou que a isenção de visto para os britânicos ainda está em consideração

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Pequim, 30 janeiro (EFE).- A China explicou esta sexta-feira que ainda não aceitou e está em processo de estudo da possibilidade de isenção de visto para cidadãos britânicos, depois de a notícia confirmar as condições após a visita do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, a Pequim.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun, explicou hoje, em conferência de imprensa, que os dois países acreditam que mais intercâmbios ajudam a fortalecer a confiança e a compreensão mútuas, e sublinhou que Pequim está “considerando activamente” a implementação de uma política única de isenção de vistos para os britânicos.

Guo destacou que, neste momento, não existe um calendário definido para a adopção das medidas e que os detalhes serão divulgados “oportunamente” depois de tomadas as medidas necessárias.

Neste sentido, aconselhou acompanhar as actualizações publicadas nos canais oficiais do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Embaixada da China no Reino Unido.

O porta-voz acrescentou que a China notou a recepção positiva gerada pela proposta em vários sectores da sociedade britânica e reiterou o convite aos cidadãos do Reino Unido para visitarem o país para conhecerem a “China real, tridimensional e completa”.

A explicação surge depois da visita de Starmer, o Presidente chinês, Xi Jinping, ter anunciado que Pequim irá considerar a possibilidade de retirar os vistos aos cidadãos britânicos, em linha com a política aplicada a outros países para estadias de curta duração.

Poucas horas depois, o Governo britânico emitiu um comunicado que aprovava as medidas, aplicáveis ​​aos cidadãos que viajam para a China em negócios ou turismo por um período mínimo de 30 dias, embora não especificasse a data de entrada.

A questão dos vistos faz parte das negociações diplomáticas entre a China e o Reino Unido, após anos de conflito, e faz parte de um pacote mais amplo de trabalho que visa relançar os intercâmbios económicos, culturais e educacionais entre os dois países. EFE



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