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Petro insistiu que a responsabilidade pela morte de Kevin Acosta é da família e não do seu governo: “Nem tudo é responsabilidade do Estado”

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Gustavo Petro confirmou intenção de separar o governo pela morte de Kevin Acosta, menor, por falta de hemofilia – crédito Colprensa

Em meio a um forte debate na rede social sobre a morte de Kevin Acosta, um menino de sete anos com hemofilia, o Presidente da República, Gustavo Petro, confirmou a sua posição de que a principal responsabilidade pelo cuidado dos menores cabe à família e não apenas ao Estado.

“O Estado não responde a tudo”, destacou o presidente durante evento com mães em Bogotá.

Para Petro, a família é o primeiro elo na proteção das crianças. “É importante que meninos e meninas cuidem de si mesmos tanto quanto possível dentro da família.porque a responsabilidade é da família”, afirmou o chefe de Estado, que assim afirmou que o primeiro dever de protecção é do alicerce básico e não do governo ou das instituições governamentais.

Em suas palavras: “Ontem (terça-feira, 17 de fevereiro) me acordaram com as mesmas palavras. Mas nem todos respondem ao Estado e não podem responder porque perderemos a nossa liberdade..

O presidente também enfatizou a importância do autocuidado. “A responsabilidade individual, o autocuidado, é fundamental”, disse ao público, reiterando que “a família cuida primeiro das filhas e dos filhos”, disse Petro.

Petro também falou sobre fragilidades estruturais que, na sua opinião, muitas famílias passam pela Colômbia, especialmente em áreas urbanas populares. “Se a família é fraca é porque, ou por falta de rendimentos, ou por morte de uma fundação, ou porque o homem não tem as suas responsabilidades na hora de dar à luz, ou porque as mulheres às vezes não assumem as suas responsabilidades, sabemos, nestas zonas populares…

Em resposta, Petro descreveu a situação de vários menores deixados aos cuidados de terceiros. “Temos meninas no concreto, literalmente. Temos meninas e meninos que são cuidados pelos vizinhosque pode cuidar bem deles, mas às vezes não. Seja um estranho, um tio ou uma tia. E se a família não falar nada de mal, sabemos que é um desastre, porque a mãe tem que ir trabalhar e se não trabalhar não tem comida”, enfatizou.

Em desenvolvimento…



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