Operação de resgate lá Rio Rímac causou o desaparecimento de um membro da Polícia Nacional do Peru (PNP) e o Corpo General de Bombeiros Voluntários (CGBVP), depois que a força da corrente arrastou o trabalhador enquanto ele tentava resgatar um cachorro preso.
O incidente aconteceu na madrugada desta sexta-feira, 20 de fevereiro, próximo à Ponte Santa Rosa. Cinco cercaspreocupa a comunidade e mobiliza dezenas de socorristas e muitos grupos.
O protagonista da ação é Patrick Hiroshi Ospina Orihueladistribuição de CGBVP e funcionários não listados no PNP. Ele, membro da Companhia de Bombeiros Huachipa nº 236, desceu ao rio para ajudar um animal em perigo de afogamento.
O fluxo de água, que se intensificou após a última chuva, venceu a resistência do trabalhador e o carregou junto com o animal, que não era mais visto desde então.
Segundo ele CGBVPprotocolos de busca e resgate de emergência. A declaração institucional descreve a colocação do mais de 10 unidades e 40 bombeiros voluntários, além de drones e equipes de monitoramento coordenadas com a PNP. A atividade está focada em diversas áreas do rio Rímac, especialmente entre Ponte Rayito de Sol e Base Naval de Callaoonde a rua Néstor Gambeta se tornou o centro do trabalho.
Após o incidente, policiais da delegacia de Rímac e outras unidades especiais aderiram imediatamente à operação, mobilizando viaturas e helicópteros que sobrevoaram a área.
De acordo com fontes do CGBVP, foi introduzida tecnologia de vigilância, incluindo drones que revistam ambos os bancos e reforçam as verificações no terreno.
Um vizinho, que presenciou a cena, percebeu o trabalhador levantando a mão em sinal de socorro próximo à ponte Dulanto, o que permitiu o ajuste da área de busca. No entanto, forças de fluxo e condições do solo impedem o controlecomo explicado pelas autoridades de Canal N.
A mobilização de recursos contou com a colaboração da delegacia de Sarita Colônia, da unidade especial da PNP e de voluntários que patrulham as margens do Rímac. A coordenação entre as instituições busca aumentar as chances de encontrar socorristas e cães vivos.
Com o passar das horas, crescem as dúvidas entre familiares, colegas de trabalho e vizinhos que acompanham o trabalho da orla.
A CGBVP pediu a colaboração dos moradores para facilitar o acesso da equipe e impedir a saída do público da área de trabalho. A dedicação dos socorristas se reflete na continuação do trabalho apesar da falta de informações sobre o paradeiro de Ospina Orihuela e dos animais..
A situação criou uma onda de solidariedade na comunidade, que está com as equipas de emergência e continua a acompanhar todos os desenvolvimentos. O trabalho continuará por algumas horas e as inspeções aéreas e terrestres continuarão até obter resultados.















