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Preço do frango sobe para 12,90 soles o quilo em Lima: quanto a família vai pagar esta semana

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Um vendedor explica como o aumento do preço do frango mudou os hábitos dos consumidores. Hoje, os clientes compram menos e preferem produtos mais baratos, como miúdos e sangria | Vídeo: Bem sucedido

O preço do frango na região metropolitana de Lima e Callao continua subindo durante a última semana de março de 2026, confirmando-se como um dos produtos que mais afeta o custo de vida das famílias peruanas. Embora o valor permaneça estável nos centros de distribuição, no mercado de varejo — onde os consumidores compram — o crescimento já é evidente e sustentado.

Segundo relatório do Ministério da Agricultura e Pecuária (Midagri), os frangos vivos são vendidos a S/ 8,10 o quilopreço que não mudou por 19 dias consecutivos. Porém, essa estabilidade não é transferida para o cliente final. No varejo, até o frango foi engolido S/ 12,94 por quiloo maior registrado nas últimas semanas.

O relatório do Ministério de Desenvolvimento Agrário e Irrigação apresenta uma análise diária do preço e peso médio do frango nos centros comerciais e mercados da região metropolitana de Lima e Callao. (MIDAGRI)

Em diferentes zonas da capital, como no distrito de La Victoria, os comerciantes relatam que os preços de venda variam entre S/ 12 e S/ 12,50 o quiloe pode chegar até S/ 13 dependendo da localização e solicitação. Esse crescimento já está mudando os hábitos de compra dos consumidores.

Por que o preço do frango está subindo?

O aumento do preço do frango responde a uma combinação de condições económicas que afectam toda a cadeia de produção e distribuição. Um dos principais motivos é aumento dos preços do petróleoo que afeta diretamente o custo do transporte de alimentos aos mercados de Lima e Callao.

Isso ajuda a aumento no preço do arrozuma contribuição fundamental para a alimentação das aves. Esse aumento no custo de produção acaba no preço final pago pelo consumidor.

A queda dos huaicos provoca aumento do preço do frango no mercado. (Foto: Criação - Infobae)
A queda dos huaicos provoca aumento do preço do frango no mercado. (Foto: Criação – Infobae)

Os comerciantes do mercado confirmam esta situação. No mercado La Esperanza, em La Victoria, uma vendedora explicou Notícias de sucesso mas não é mais possível baixar o preço: ““Não dá para vender mais barato porque o dinheiro não sai.”. Além disso, disse que o aumento do preço dos combustíveis e dos materiais utilizados: “Tudo é caro, petróleo, milho… afeta tudo”.

O frango não é o único problema. Segundo os comerciantes, outros produtos como carne, peixe e legumes também aumentaram, o que mostra uma pressão generalizada na cesta básica da família.

Quanto estão aumentando as despesas mensais?

O aumento do preço do frango tem impacto direto no orçamento familiar. Na última semana, o gasto diário com alimentação pode chegar a até S/60na semana passada foi cerca de S/30. Isto mostra um aumento significativo que, transferido para o mês, significa que uma família pode gastar o dobro com alimentação.

Esta situação obriga as famílias a ajustarem os seus maus hábitos. Muitos compradores optam por comprar frangos menores ou substituí-los por produtos mais baratos. De acordo com os comerciantes, a procura de fígado, como fígado ou gizra ou sangue, que está facilmente disponível, aumentou.

Da mesma forma, alguns varejistas passaram a oferecer “combos” para facilitar a compra devido à diminuição da procura por frangos inteiros ou em pedaços, que são mais caros para o consumidor.

Onde é mais caro

O maior preço do frango é registrado nos mercados varejistas da região metropolitana de Lima e Callao, que chegam a até um quilo S/12,94de acordo com relatórios oficiais. Em áreas comerciais como La Victoria, os preços variam entre S/ 12 e S/ 12,50embora isso possa variar um pouco dependendo da oferta disponível.

Essa diferença em relação ao custo do centro de distribuição – que permanece em S/8,10 – mostra o impacto dos custos intermediários, como transporte, armazenamento e vendas.

Além disso, os comerciantes apontam que os clientes costumam comparar preços no mercado atacadista, o que gera tensão nas vendas. “Dizem que o preço é mais barato na rodoviária, mas aqui não chega”, disseram.



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