Palma, 30 janeiro (EFE).- O tribunal ordenou a prisão provisória de um homem detido esta semana em Palma por violência sexual, pornografia infantil e tortura, na sequência da denúncia de cinco mulheres, uma das quais era menor de idade na altura do incidente.
Além disso, algumas das vítimas expressaram suspeitas de terem sido expostas a produtos químicos antes de serem agredidas sexualmente, informou na sexta-feira a sede das Ilhas Baleares.
O Departamento de Família e Bem-Estar da Mulher (UFAM) da Polícia Nacional iniciou uma investigação, segundo denúncia apresentada há uma semana por uma mulher, que explicou que, há muitos anos, um homem teria usado produtos químicos e feito sexo com ela. Ele acrescentou que havia outras três mulheres que queriam acusar a mesma pessoa.
Outra mulher disse à equipe que teve um relacionamento amoroso com o homem no passado e que ele estava abusando psicologicamente dela.
A equipe da UFAM entrou em contato com outras vítimas, e duas delas concordaram que em algum momento, durante o relacionamento com esse homem, acordaram na cama nuas, espancadas e sem conseguir se lembrar dos acontecimentos, o que pode estar relacionado ao ocorrido com o primeiro denunciante.
Uma quinta mulher, que teve um relacionamento amoroso com ele quando era menor de idade, explicou à equipe que havia sido abusada psicológica e sexualmente.
Assim, ele disse que uma vez esse homem mostrou sua voz sobre sua sexualidade, e ele suspeitou que poderia ter mais fotos.
As vítimas forneceram fotos que mostram conversas com o agressor, o que pode revelar o que aconteceu nos últimos anos.
Depois que o homem foi identificado e sua casa encontrada, ele foi preso na quarta-feira por agentes da UFAM, suspeitos de serem responsáveis por crimes sexuais, exploração, abuso sexual de menores e abuso sexual. Seu telefone será verificado em busca de dispositivos potencialmente perigosos.
Após ser levado a tribunal, a autoridade judiciária determinou a manutenção do preso sob custódia.
Embora a UFAM tenha conseguido confirmar a presença de pelo menos cinco pessoas, a investigação ainda está aberta. EFE















