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Quão ‘mal: para sempre’ sorte do Oscar em comparação com o original

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Você gosta de “ruim” ou doce e ruim?

Como você responde à sua chave para ser bom é a sequência, “Bad: Be Good”, que estreia hoje e está a caminho de vender mais ingressos do que no primeiro fim de semana.

O novo filme significará o Oscar? A resposta, por enquanto, é sim.

Glenn Whipp, repórter do The Los Angeles Times, apresentador do boletim informativo e alguém que espera ver um filme na vila antes dos Jogos Olímpicos de 2028. Que filme eles deveriam fazer para se livrar do avivamento?

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‘Mau’ o ruim ‘não pode perder a gravidade desta vez

Cynthia Erivo, à esquerda, e Ariana Grande se apresentam no 97º Oscar em março.

(Myung J. Chun/Los Angeles Times)

Quem não exibiu o primeiro vídeo “ruim” no ano passado? Os críticos de cinema deram-lhe mais do que um transeunte, com uma opinião sobre a apresentação da turma dos 73 respeitando a escola do Agregador. O público adorou, levando o filme a US$ 75 milhões de bilheteria. E os eleitores do Oscar caíram, liberando o “mal” com 10 indicações e vencendo em design e figurino. A fé cresceu.

Sucesso repetido é uma tarefa difícil, porém, nosso querido dodô. Como mencionado, este primeiro fim de semana deverá ser cheio e, esperançosamente, um fim de semana agitado. Mas as críticas não foram gentis desta vez. “Bad: For Good” fica em 60º no metacritic. A crítica da Empire Magazine resumiu o sentimento: “‘Ruim:’ bom, não é ruim: mas ótimo.”

As sequências são raras, assim como os filmes originais, então o desconto não surpreende. E, se você já viu música estourada, já sabe que ela está chegando. Todas as melhores músicas foram criadas no primeiro ato, encerrando com o show, apoiando a nota final de “damaged evil”. Mas só você pode vencer a força gravitacional por muito tempo antes de cair no chão.

O que você ouve é “mal: bom”.

Nem todo mundo se sente assim. O remake traz a manchete Grabby: “‘Wicked: Get Good’ é melhor que o primeiro.” A crítica do Times Film Clits, Amy Nicholson, concorda, escrevendo sobre o título:

O que me traz de volta à pergunta que lhe fiz pela primeira vez: o que você Procurando um filme “ruim”? Eu amei dançar e cantar com toda a alma e, sim, as cores brilhantes e doces do primeiro filme. Precisa de um trabalho árduo? A sequência leva uma hora para reunir os dois personagens que você mais gosta – Elphaba e Glinda.

Para chegar a esse ponto, é preciso dirigir muito, como se a música não tivesse material suficiente para sustentar dois filmes de cinco horas de duração. (Não é.)

Muitos comentários excelentes não devem manter o “mal: para sempre” na obtenção da melhor imagem do filme, se os fãs do cinema continuarem a aparecer nos cinemas durante o final do ano. Com muitos filmes do festival – “A máquina de costura”, “Depois da caça”, “Meu amor está morto” entre eles – não conectam o público e a crítica, há um quarto na Pousada. Os eleitores da Academia podem manter a luz acesa.

A semelhança do primeiro vídeo será difícil. CynThia Erivo e Ariana Grande abriram o Oscar do ano passado de forma espetacular, mas um reencontro pode não estar nos planos. O casal provavelmente foi o protagonista do primeiro filme. “Para o bem” é mais que Elphaba, escreve a jornada da bruxa com satisfação e conformidade… incompleta e conformidade. Talvez Glinda aprenda com tudo isso e desempenhe um papel no futuro, embora o filme não seja suficiente para me convencer. A profundidade da covinha de Grande.

Porém, Grande imagina contar com a indicação de outro ator coadjuvante e quem sabe ele poderá vencer. Os eleitores adoram o teatro infantil nesta categoria, dando a Oscares Hudson Hudson (“DreamGirls”), Anne Hathaway

Erivo, colocado numa classe de liderança mais competitiva, pode não ficar satisfeito, porque o filme já não é central. Ela é capaz de distinguir entre a vulnerabilidade e a tristeza de Elphaba, mas também fica triste por seu romance químico com o capitão Fiyero (Jonathan Bailey). Não vou excluí-lo. Mas Erivo pode levar a “desprezos” e da lista inesperada vem o dinheiro da manhã.

Retornar as indicações para design de produção e figurino, os dois Oscars conquistados pela primeira vez, parece uma aposta segura. Cabelo e maquiagem também funcionam bem porque os eleitores adoram filmes com muita música. “Mau: ser bom” poderá receber outra indicação na nova categoria de criatividade, porque não será um lugar onde os eleitores tenham vontade de se repetir. E se o primeiro filme não tivesse uma música nova, “para o bom esporte”. Procure por “a garota no vazio”, canta Grande, para estourar.

Oito nomes? Isto será uma vitória. A perda da perda do “ruim: ser bom” seguiu o caminho da “pantera negra”. O primeiro, sensação crítica, comercial e cultural, recebeu sete indicações, incluindo a de melhor filme, e ganhou três Oscars.

Às vezes, ser famoso não é bem conhecido.

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