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Repórteres do sindicato Julio Campos analisam adesão ao protesto: anunciam reunião para definir novo dia

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Julio Campos, vice-presidente da Aliança Nacional dos Transportadores, anunciou que seu sindicato, junto com outros sindicatos, realizará uma convenção para definir os termos da futura força, incluindo uma possível greve. A exigência central é a segurança e a proteção da vida.

Depois de aprender o contra-ataque transporte público até 2026o sindicato se uniu para uma possível greve de 48 horas realizada entre segunda-feira, 12 de janeiro, e sexta-feira, 16 de janeiro. Julio Campos, vice-presidente da Aliança Nacional de Transportadores, permitiu a oportunidade de aderir ao movimento, mas disse que não falou diretamente com Martín Ojeda.

“Eles não nos convidaram, mas como sindicato, nós nos respeitamos. (…) Se eles saírem, nós nos juntaremos”, disse ele em entrevista ao Canal N.

O vice-presidente Aliança Nacional de Transportadoras Ele confirmou que esta semana haverá uma convenção na qual participarão, além dos transportes, sindicatos de outros setores estratégicos. O encontro tem como objetivo definir a estratégia e o tipo de dia a ser travado. “Deve ser dentro de alguns dias, no máximo antes de terça-feira”, garantiu.

Uma reunião de transportadores e sindicatos determinará o rumo a seguir face à crise de segurança | Canal N/Andina

Segundo o relatório do dirigente, o terreno comum limita-se a um único objetivo: a proteção da vida face ao número crescente de assassinatos e a persistência de leis que deveriam perdoar crimes.

Em outra parte da entrevista, Campos Ele confirmou que o sindicato atribuiu a responsabilidade de mudança de governo após a vacância do ex-presidente. Em Boluarte. Deve-se notar que o presidente de transição, José Jerí, reuniu-se com os representantes quando os protestos aumentaram após repetidos ataques.

Da mesma forma, o presidente foi acusado de priorizar ações simbólicas em vez de implementar estratégias eficazes contra as gangues.

A Polícia Nacional deteve o
A Polícia Nacional bloqueou a passagem dos transportadores que queriam ir para a rua Acho contra a insegurança | Foto: Agência Andina

“Não gostamos de homens dançando. Queremos estratégias para combater a insegurança”, disse ele.

O calendário de greves, repetido Camposnão incluirá reclamações adicionais em campo e se concentrará exclusivamente nas reclamações de seguro de vida e integridade dos funcionários.

Martín Ojeda, porta-voz dos transportadores de cones em Lima, explicou que a decisão sobre o tipo de protesto – greve plena ou manifestação – está na fase final de consulta interna, após reuniões realizadas entre os diferentes sindicatos. Ojeda sublinhou que esta medida responde à falta de acção preventiva das autoridades contra os ataques e desvios de motoristas e empresas, e sublinhou que não se trata de um protesto contra o Governo, mas sim de uma exigência de segurança.

O dirigente lembrou que o recente ataque ao serviço de transporte de Lurín, no qual um motorista foi ferido por tiros, reacendeu a agitação no setor. Ojeda também criticou a frequência do atendimento médico às vítimas e levantou a necessidade de declarar o estado de emergência no setor dos transportes para lidar com a violência e a burocracia.

Ataque da transportadora: caos, longo
Greve dos transportadores: Caos, longas esperas e passageiros retidos no leste de Lima. Foto: Capture Latina News

O porta-voz alertou que os ataques ocorrem frequentemente entre a tarde e o início da manhã, o que mostra a falta de patrulhas e coordenação policial nas zonas de alto risco.

Nos últimos dias, ocorreram ataques fraudulentos contra vários grupos; Um deles foi em Komas, onde um motorista foi baleado na frente de seus amigos.



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