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‘ROM’ revela o DNA da National Dance Company com Forsythe e Inger

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Madrid, 11 de março (EFE).- Abreviatura de ‘ROM’ (Range of Motion) que define a memória das diferentes partes do corpo, explica a diretora da Companhia Nacional de Dança (CDN), Muriel Romero, que define nelas e na sua diversidade a importância do bailarino que as cria, “capaz de se adaptar a todos os tipos de dança”.

E para provar isso, reuniu em ‘ROM’ as duas coreografias que trazem à tona o que há de melhor nos integrantes da companhia e dão a cada um deles a oportunidade de brilhar no palco, disse Romero, nesta quarta-feira, durante a apresentação do espetáculo, um jogo de palavras que quer rotular.

Romero une o trabalho de dois coreógrafos “essenciais” na história da dança, William Forsythey e Johan Inger, que, embora nascidos no século passado, “evoluíram em movimentos completamente diferentes, do abstrato à fantasia”.

A linguagem sensível do movimento de William Forsythe, coreógrafo, é tomada em ‘O segundo detalhe’, que dará lugar à expressão do sueco Johan Inger com ‘Become’, de 12 a 15 de março nos Teatros del Canal.

Johan Inger explicou que no seu trabalho pretende “mudar a identidade de cada bailarino para criar um grupo harmonioso e unificado”, e admitiu que ficou feliz por regressar ao CDN onde criou ‘Carmen’ em 2015.

‘Become’ – explica a coreógrafa – é um trabalho sobre metamorfose, “um conceito importante para todos nós, não só para os bailarinos; às vezes é preciso dar um passo atrás para seguir em frente, para encontrar a sua liberdade, a sua força e o seu amor”.

Um concerto com música de Björk, Julia Kent e a sinfonia de guitarra elétrica de Glenn Branca.

Inger enfatiza que com o tempo ‘Become’ se torna uma coreografia mais rica e detalhada, “mudando os parâmetros de acordo com o tempo”.

‘O Segundo Detalhe’ traz a marca de Forsythe, inusitado, complexo, muito físico e exigindo grande técnica.

A explosiva música eletrônica de Thom Willems abrirá o programa de Forsythe, com quem já colaborou em mais de 60 partituras.

O processo criativo, disse Willems durante a apresentação do espetáculo, é “de interesse”. O objetivo é que “cada peça seja diferente da anterior. É sempre incrível”, garante.EFE

(Foto)



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