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Sajeeb Wazed Joy acusa governo liderado por Yunus de fraudar eleições para capacitar islâmicos em Bangladesh

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Antes das eleições gerais marcadas para fevereiro de 2026 em Bangladesh, Sajeeb Wazed Joy, filho e conselheiro da primeira-ministra destituída Sheikh Hasina, expressou duras críticas ao governo interino liderado por Muhammad Yunus. Os comentários de Wazed ocorreram em meio a uma polêmica proibição que proibia a atual Liga Awami de participar das próximas eleições. Ele disse que o governo liderado por Yunus está deliberadamente tentando facilitar a ascensão de grupos islâmicos no mundo político de Bangladesh através de eleições desonestas.

Numa entrevista exclusiva, Wazed expressou preocupação com o facto de a situação no Bangladesh representar uma grave ameaça à segurança da vizinha Índia. Ele acusou o governo Yunus de permitir que organizações como o Jamaat-e-Islami operassem livremente, enquadrando-o como parte de uma agenda mais ampla para manipular o processo eleitoral em favor dos partidos islâmicos. Ele caracterizou a transição política em curso em Bangladesh como um movimento preocupante em direção a um “Estado islâmico fracassado” e enfatizou os perigos das relações crescentes entre Bangladesh e o Paquistão.

Falando sobre o impacto da proibição na Liga Awami, Wazed confirmou que o partido mantém o apoio público, dizendo que recebe até 40 por cento dos votos de pessoas que, segundo ele, representam metade do país. Ele expressou confiança de que a Liga Awami é uma força política duradoura, dizendo: “Você não pode acabar com o apoio de metade da população com uma ordem.”

Wazed também observou que o ativismo do partido continuará, apontando para os próximos protestos para demonstrar o seu poder duradouro. Ele declarou: “A Liga Awami voltará mais cedo ou mais tarde”, expressando fé inabalável no retorno do partido à corrente principal da política de Bangladesh.

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Além disso, condenou as ações legais movidas contra a sua mãe, Sheikh Hasina, dizendo que estas medidas destacam a falta de democracia e de liberdades civis sob a administração de Yunus. Wazed relata os trágicos acontecimentos que levaram sua mãe à vida política, em primeiro lugar, destacando o assassinato de sua família, destacando seu compromisso em servir o país em um ambiente político turbulento.

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