O criador de conteúdo Estíbaliz Quesadaconhecido como eu perdida última terça-feira, 16 de fevereiro como notícia parceiro de Na hora certao programa noturno da Telecinco apresentado por Joaquín Prat. O primeiro não deixou indiferente o público nem os companheiros de mesa, marcado desde o primeiro minuto por uma afirmação poderosa e um estilo fiel à imagem pública que tem alimentado ao longo dos anos nas redes sociais e nos projetos audiovisuais.
Assim que se sentou no palco, Quesada quis estabelecer limites claros sobre como deveria ser mencionado no show. “Como quer que você me chame de Esty Quesada Eu me matei de novo. “É meu nome morto”, ele insistiu. A frase suscitou um alerta por parte do apresentador, que procurou saber a que fórmula se referia. O colega explicou imediatamente que aceita o apelido de Esty, tirando parcialmente as dúvidas iniciais.

Longe de fornecer uma contribuição estável ao design, o designer deixou a sua continuidade no espaço aéreo. De acordo com sua explicação, Sua contribuição foi testada Quanto tempo leva depende de como você se sente dentro da equipe e do andamento do programa. “Vim aqui para tentar, posso não voltar”, disse, sublinhando que a sua longevidade é incerta.
Sua atuação na estreia manteve o traço provocativo e discreto que o caracteriza desde sua estreia na internet. Em vez de optar pela integração pacífica ou procurar a simpatia pública imediata, Quesada escolheu um tom que zomba e brinca com desconforto como uma carta de apresentação. “Vim aqui para ser um personagem branco”, disse ele diretamente, sem pensar mais no significado da palavra.
Antes de entrar no programa, o programa enviou algumas fotos gravadas no corredor da Mediaset onde o apresentador do novo programa revelou como lidou com o primeiro. Nesse vídeo, ele admitiu que sua participação seria “pequena” porque “dorme muito”. Ele também se descreve como um homem de poucas palavras, embora atribua o poder de suas intervenções: “São diretas”. Além disso, ele admitiu Eu nunca tinha visto o espaço antes Ele também não sabia quem seria seu companheiro de mesa, situação que reforçou a sensação de a estreia ser improvisada.

Já durante a transmissão ao vivo, houve locais onde foram discutidos assuntos da atualidade e experiências pessoais. Quesada elogiou a cantora Rosalía, a quem entrevistou recentemente, descrevendo-a como alguém “muito legal e perto“Esta discussão ocorreu no contexto da polémica que surgiu após o comunicado publicado pela associação Nofumadores.org, que afirma ter processado os colaboradores e artistas por não cumprimento da lei antitabaco.
Questionado sobre essa questão, Quesada optou por não entrar em detalhes. “Se eu puder falar, isso aparecerá na imprensa, por isso vou ficar calado”, respondeu, fechando a porta a mais informações sobre como a organização foi revelada. O momento mais comentado da tarde foi quando foram apresentados os novos sócios sua opinião sobre os homensem palavras que assustaram alguns dos presentes.
“Não deveríamos perdoar, porque as pessoas são estúpidas e não merecem viver”, disse ele sem hesitação. Respondendo a perguntas mútuas e a gestos de surpresa, longe de suavizar a sua posição, insistiu no seu método: “Um homem em geral perturba-me, tudo o que ele faz perturba-me (…) Tudo que os meninos fazem é errado e tudo que uma mulher faz é bom. Se ele for gay, nem tanto, mas mesmo assim…” As revelações causaram visível confusão entre alguns colegas e colocaram o foco em a voz que pode colocar a sua participação na próxima etapa do jornal. Nesta primeira, Estíbaliz Quesada deixou claro que era a sua vez Na hora certa neutralidade. Resta saber se este compromisso com a provocação e a ausência de censura será incorporado nas futuras emissões ou se, como alertou, a sua presença no programa será circunstancial.















