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Tomás Etcheverry e o trabalho intelectual por trás de seu título: “Como virar uma parede”

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Tomás Etcheverry levanta troféu no ATP 500 do Rio sob a supervisão de Diego Schwartzman

O sorriso em seu rosto é a verdadeira expressão do que ele está passando: com o passar dos dias, ele nunca desaparece, fica cada vez maior. Antes de cada pergunta, Thomas Etcheverry Ele faz uma pausa, respira fundo e pensa na resposta, como se precisasse mergulhar em um momento de verdadeira consagração. Pense naquele momento, mesmo que tenha se passado apenas alguns dias, aquele momento com o qual você sonhou tantas vezes. Porque no tênis, onde as recompensas são raras e as derrotas comuns, cada conquista parece ser algo que não pode ser repetido.

“Quando a bola bateu lá fora Me senti feliz e triste ao mesmo tempo.”ele admitiu em uma conversa acalorada Informações o novo campeão do ATP 500 do Rioonde conquistou o primeiro título ATP de sua carreira no último domingo. “Eu caí no chão, desabei e continuei chorando. Consegui me livrar de uma bolsa que tenho há muito tempo. Todas as memórias voltaram para mim, todo o esforço por trás disso, o trabalho, o treinamento. “Estou procurando por ele há muito tempo.”ele admite.

Isto não é surpreendente. Antes da vitória em BRASILO homem de La Plata perdeu as três finais que disputou: Santiago sim Houston em 2023, e Lyon em 2024, todo em pó de tijolo, aspecto natural. Ele até escapou no final através do match point. “Foi um momento muito doloroso na minha carreira, onde tive que aprender a vencê-los”, admitiu. “Às vezes você diz: ‘Por que há tanto sofrimento e quando isso vai acontecer?’ E você começa a pensar um pouco sobre tudo. “

Tomás Etcheverry, tenista argentino
O tenista argentino Tomás Etcheverry comemora seu histórico campeonato do Río Open, exausto e animado, deitado na quadra de saibro após a vitória.

A resposta está em BRASILdepois de uma semana cansativa: treze horas e 46 minutos em campo, com média de duas horas e 45 por jogo. As semifinais começaram no sábado e terminaram no domingo, onde passou todo o clima: chuva, calor forte e paralisação de mais de uma hora devido ao regulamento do calor. Naquele mesmo domingo, horas depois, ele teve que voltar a campo para disputar a final.

“Comecei a ficar muito cansado”falando sobre o jogo decisivo. “Mas com o passar do tempo comecei a me sentir melhor e mais forte. Me conectei mais com as pessoas, comecei a me encorajar mais.” Por outro lado, os seus concorrentes começaram a declinar. “Comecei do mais baixo para o mais alto e do mais alto para o mais baixo. Chegou o momento em que pude vencer e meu tênis cresceu. No terceiro set eu sabia que seria o meu dia.”.

A ocasião teve uma carga simbólica especial. PORQUE Etcheverry Ele sabe o que significa esperar. Sua estreia em ATP percorrer No dia 10 de outubro de 2020, ocorreu a primeira fase da classificação de ATP 250 da Sardenha antes dos sérvios Danilo Petrovic. Da primeira derrota ao levantamento do troféu Rio Anos de construção silenciosa se passaram.

“Desta vez trabalhei muito mentalmente para aumentar a qualidade”, enfatizou. “Imagine é muito importante. Se você quiser e quiser de verdade, tudo vai acontecer. Mas para isso é preciso trabalhar e se esforçar muito.”

Quando questionado se anota antes e depois deste título, ele não hesita. “Cem por cento. Fui muito rejeitado e isso tinha que acontecer.” pode virar paredesisto é, e enfrentar o futuro de uma maneira diferente.”

E qual foi seu primeiro pensamento quando caiu no chão? Você não precisa de muito tempo para responder. “Na glória. Sempre disse isso a mim mesmo. Cheguei lá. Paciência também. Tentei, tentei, tentei. Não parei de tentar. Tentei tanto que na vida não tenho escolha a não ser dar para mim mesmo.”

Confira agora. Ele quer mais. “Um dos meus objetivos é estar no Top 20 de Roland Garros. Ambicioso, mas quero muito alcançá-lo. E começando a desempenhar um grande papel no Masters 1000.”

A bolsa desapareceu. Ele ficou caído na poeira de tijolos do Rio, ao lado de seu marcador corporal em campo. Foi naquele lugar onde, finalmente, a tristeza se transformou em alegria.

Tomás Etcheverry, da Argentina, comemora
O argentino Tomás Etcheverry comemora a vitória sobre o chileno Alejandro Tabilo e sagra-se campeão do Rio Open (AP Photo/Bruna Prado).



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