O procurador do país, Tomas GálvezFoi apresentado no Congresso Republicano um projeto de lei que visa alterar os requisitos de sustentabilidade no trabalho tributário. O principal objetivo da proposta é alterar o artigo 4.º da Lei da Tributação para especificar que é necessária a licença da organização profissional. apenas para entrada no Ministério Público e não em seu próprio apoio.
A ação tomada por Gálvez Isso vem imediatamente após o anterior Procurador-Geral Délia Espinoza eleito novo reitor de Associação de Advogados de Lima (CAL). Também ocorre quando o atual proprietário do Ministério de Estado anunciou sua aposentadoria do referido sindicato por medo de ações disciplinares deontológicas contra ele, o que poderia levar à sua exclusão profissional.
“Esta semana vou renunciar ao cargo de membro da Ordem dos Advogados de Lima. Não é que ele tenha muito poder, mas pode iniciar o processo administrativo, buscando excluí-lo. Como causa conflito no trabalho, deve simplesmente ser evitado”, disse Gálvez em entrevista na semana passada. “Portanto, ele não tem autoridade sobre mim, no exercício das minhas funções de advogado.”

A razão
De acordo com o relatório de informações do projeto Tomas Gálveza actual redacção da Lei das Carreiras Fiscais permite que instituições fora do controlo disciplinar constitucional (JNJ e ANC), como as associações de advogados, “interfiram” no mandato dos juízes.
“Estes sindicatos podem violar as normas legais ao considerarem o poder punitivo que não têm, entendendo que o despedimento do exercício da advocacia profissional é um mecanismo indireto que a lei lhes permite destituir ou afastar do cargo o procurador que está no sistema judicial”, afirma o projeto.
Gálvez argumenta que o fato de um promotor poder ser destituído do cargo por não ter autorização vigente é um sistema indireto que viola a lei. independência e proteção jurídica o sistema judicial.
O documento confirmou que o impeachment imposto pela Ordem dos Advogados “não constitui motivo suficiente para afastar um juiz do Ministério Público”. Para o Ministério Público Nacional, permitir que um sindicato profissional tenha a oportunidade de destituir um procurador é considerado um “registo do trabalho disciplinar” que deveria ser feito pelo JNJ e pela ANC.
NÃO BEM SUCEDIDO
Ao eliminar os excessos que vinculam a competência profissional à sustentabilidade, o projeto busca evitar “interpretações deliberadas” que coloquem em risco o trabalho dos procuradores por decisões éticas. Se esta reforma for aprovada, a adesão passará a ser uma mera exigência legal, protegendo os procuradores de quaisquer medidas punitivas de associações profissionais, como a que agora liderará. Délia Espinoza.
O projeto foi submetido à Comissão do Congresso sobre a Constituição, um grupo de trabalho presidido por Fujimori.
Recentemente, Tomas Gálvez Foi proposto perante a referida comissão apoiar o projeto de lei orgânica do ministério público.















