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Ulises Villegas: A pena efetiva de 6 anos de prisão do prefeito Comas foi confirmada e seus prisioneiros foram ordenados

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Ulises Villegas foi condenado à prisão em Lima Norte (Créditos: Moitsaosa)

o O primeiro suicídio chama Lima Norte manteve a pena de seis anos de prisão do prefeito de Comas, Ulises Villegas Rojas, por Crime de agressão agravada.

O Tribunal de Recurso do Tribunal Superior de Lima Norte, através da declaração em X, informou que o tribunal ordenou a localização e apreensão da autoridade municipal.

O Ministério de Relações Públicas informou em 23 de abril de 2025 que Villegas Rojas foi condenado à morte. Chegou-se à decisão no Tribunal de Justiça da comarca do distrito, Rubén Jiménez (Gerente Municipal), Elizabeth Espinoza (Gerente de Engenharia), Pedro Ancajima (Engenheiro César)

Além disso, foi condenada a pena de três anos de prisão (com execução mal sucedida) aos ex-funcionários municipais: Santos Espinoza

Todos foram considerados responsáveis ​​por irregularidades em obras públicas, que causaram prejuízos econômicos ao Estado.

O assunto surge do contrato assinado em 2017 para a melhoria da estrada nas diferentes zonas da população do distrito de Independisia, tarefa que foi confiada ao Grupo Udel.

De acordo com Gabinete do Procurador-GeralO projeto foi declarado concluído apesar de parecer inacabado, o que causou prejuízos econômicos ao estado.

As penas incluem, além da pena de prisão, cinco anos de inabilitação para o exercício de cargos públicos ou contratos governamentais, bem como multas. A decisão judicial significa a destituição de Villegas do cargo de prefeito de Comas.

Em setembro, os profissionais que atuam no Município de Comas Relataram que, com directivas mais elevadas, foram forçados a assumir funções fora das suas responsabilidades normais e a participar como defensores em eventos e actividades oficiais relacionadas com o partido SoMOS Poster.

O denunciante indicou que eles foram obrigados a aparecer com roupas representativas do partido e a realizar coreografias em eventos públicos, sob a ameaça de enfrentar as consequências do trabalho caso não concordassem.

De acordo com depoimento apresentado pelo programa O fimOs envolvidos incluem advogados, engenheiros, comunicadores e outros profissionais de diversos pontos do município. Ele disse que eles foram afastados de seus cargos durante a jornada de trabalho por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp, seguindo instruções diretas do prefeito ou do gerente da administração e do responsável pela administração e pela administração da administração e pela administração e pela administração da administração e pela administração e pela distribuição.

A investigação forneceu os registos, vídeos e chats, que mostram que os trabalhadores foram chamados ao centro cívico e outros espaços públicos do distrito para devolução e apresentação, uso de fardas e pompons. Esta situação prolongou-se mesmo fora do horário normal, incluindo fins de semana e desportos onde o autarca participava, envergando as cores do Somos PoMoS Pos Soú.

“Eles não me fazem feliz. São pessoas que trazem alegria. Fazem parte do programa que o município tem na escola. (…).



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