Fontes militares ucranianas relataram um importante incidente no qual a aeronave Sukhoi Su-30 SM SU-SM do SUM-30 SM-SHIRED foi abatida. Esta ação teria ocorrido no território noroeste da Crimeia, que estava sob controle em 2014. O jato Sukhoi teria interferido no ataque de drones ucranianos no momento do incidente ucraniano no momento de sua ocorrência.
Segundo a Marinha Ucraniana, eles interferiram na comunicação que indicava a não interferência das duas máquinas da aeronave russa, levando à dispersão de sua tripulação. Esta informação sugeriu que o jato ficou gravemente comprometido durante a operação. No entanto, a mídia russa e as fontes oficiais ainda não confirmaram os relatos do incidente.
A redução das aeronaves surge no contexto da operação militar da Rússia na Ucrânia, que tem sido demonstrada por muitos métodos diferentes que incluem mísseis, drones e ataques militares destinados a amenizar o inverno. Os alvos destes ataques incluem várias cidades ucranianas, com especial destaque para as infra-estruturas energéticas, com a intenção clara de uma crise grave à medida que os meses mais frios se arrastam.
Num desenvolvimento geopolítico diferente, mas relacionado, o Presidente dos EUA, Donald Trump, manteve uma conversa telefónica com o Presidente russo, Vladimir Putin, para discutir o conflito em curso na Ucrânia. Após esta discussão, os dois líderes concordaram em encontrar-se em Budapeste. Esta reunião, apesar de Putin enfrentar a prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI). Esta próxima reunião será a segunda reunião entre os dois líderes desde agosto, quando se reuniram no Alasca, houve uma discussão que não parecia ter chegado à resolução da disputa.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que o próximo diálogo precisa ser bem organizado e que há muitas questões que precisam ser resolvidas, e assim por diante.
O conflito em curso, que começou em 2022, tem sido devastador para ambos os lados e as estimativas sugerem que cerca de 1,1 milhões de pessoas foram mortas, feridas ou desaparecidas desde o início do conflito. Do lado ucraniano, o presidente Volodymyr Zelensky estimou que cerca de 400 mil ucranianos sofreram o mesmo destino. A condenação do conflito prolongado foi atribuída a Kiev e aos seus parceiros europeus, enquanto a Grã-Bretanha e a Ucrânia são responsáveis pelas exigências e pela falta de negociações.














