Início Notícias Uma empresa sofreu prejuízos após cortes de energia e interrupções de estresse:...

Uma empresa sofreu prejuízos após cortes de energia e interrupções de estresse: Justiça mantém sua reivindicação

32
0

O Tribunal Superior de Dolores impôs uma multa de 668 mil pesos pelos danos elétricos no jardim de infância local. (Foto: Andina)

A Câmara de Recursos em Matéria Civil e Comercial Dolores decidiu aumentar para 668 mil pesos a indenização que deve ser recebida pelos proprietários dos jardins de infância da região, que relataram danos aos seus negócios após vários cortes de energia ocorridos durante o mês de dezembro de 2008. afirmou a responsabilidade do fornecedor de energia elétrica, lembrando que o usuário sofreu prejuízos materiais e morais em decorrência de oscilações e interrupções no fornecimento..

O autor, neste caso, é proprietário de um jardim de infância na província. Segundo o acórdão, durante o último dia de 2008, a explosão no principal quadro eléctrico do sector provocou um corte de energia e uma mudança de tensão, facto que, segundo a apresentação judicial, provocou queimaduras e danos na bomba de rega, pressão, quadro eléctrico, máquina de lavar roupa, computador, telefone, estabilizadores, contactores e cabos. A vítima entrou em contato diversas vezes com o prestador, mas não teve certeza de uma solução para o problema.

A normalização do serviço foi em 31 de dezembro daquele ano. O proprietário do viveiro recorreu então a um notário, que fez um relatório sobre o estado dos bens danificados e deixou um registo das faturas de compra e reparação dos equipamentos. Na ação, dirigida à distribuidora local de energia elétrica, ele pediu indenização por danos morais.

A decisão do tribunal é responsável
A decisão responsabilizou o fornecedor de energia elétrica pelos cortes de energia e oscilações de tensão ocorridos em dezembro de 2008. (Foto de arquivo: Maximiliano Luna)

O acusado negou as acusações. Ele confirmou que a queda de energia foi pontual e ocorreu no dia 29 de dezembro devido à ação de outra pessoa — um empreiteiro que tentou instalar sinal no bairro — e confirmou que, devido a uma interrupção trifásica, mudanças de tensão como as citadas não poderiam ocorrer. Afirmou ainda que o jardim de infância não dispõe da segurança exigida pela regulamentação aplicável à instalação de energia eléctrica.

A primeira sentença condenou a cooperativa ao pagamento de 607 mil pesos, mais juros, após considerar a existência de relação de consumo entre o proprietário da empresa e a comprovada distribuidora de energia. O veredicto foi notável a ocorrência de uma série de apagões e oscilações de tensão que afetaram o transformador próximo e os equipamentos elétricos do berçário..

O juiz de primeira instância alertou que não houve manutenção da manutenção e dos registros da cooperativa nesse período. O trabalho do perito electrotécnico, que se diz importante na explicação da causa do dano, limita-se à falta de colaboração do arguido, que, conforme consta da fundação, retirou do julgamento os indícios da tensão fornecida, da possível avaria da infra-estrutura eléctrica e das condições específicas dos equipamentos envolvidos no período em causa.

O dono do viveiro sofreu
O proprietário da creche sofreu danos materiais e morais após a explosão e queda de energia. (Foto: Franco Fafasuli)

Conforme consta na decisão, o perito resumiu Os danos relatados podem ser decorrentes de flutuações de tensão e cortes repentinos de energia, além de más condições de instalação e fiação.. Isto foi confirmado por testemunhas e documentos notariais. O acórdão referiu ainda que a oposição não o fez, estando em melhores condições de fornecer provas, o que levou à análise da responsabilidade.

Em resposta ao pedido de ambas as partes – o autor do dinheiro atribuído e o réu da acusação – a Câmara considerou o pedido e considerou a justificação. A cooperativa insistiu que a causa do dano foi ação de terceiro e se opôs à avaliação das provas, enquanto o empregador afirmou que a revisão dos valores aceitos como indenização não correspondia ao valor real obtido com os anos de inflação decorridos desde o incidente.

Para apurar a responsabilidade, o desembargador da Câmara aplicou o sistema de responsabilidade objetiva, que considera o motivo do risco ou da falta de coisas. Eles apontaram que a energia elétrica e o sistema que a transporta são perigosos, portanto As empresas fornecedoras têm um pesado fardo de cuidados e só pode ser definido se comprovar a intervenção de fatores externos, da ação da vítima ou de outras pessoas.

A frase destacou a falta
O despacho destacou a falta de cooperação do réu no fornecimento de registros e provas do serviço elétrico. (Foto: Franco Fafasuli)

A decisão da Câmara confirmou que, neste tipo de julgamento, aplica-se o ônus ativo da prova estabelecido pela Lei de Defesa do Consumidor. Esta exigência obriga o fornecedor a cooperar com a causa e a fornecer os documentos e informações relevantes que só ele pode guardar. A falta de registro do réu criou uma presunção contra sua posição.

Um dos pontos centrais explorados no segundo caso é as disposições para revisão de subsídios. A autora apresentou faturas de custos de reparações e aquisição de peças novas, com valores que, à data do pedido, estavam desatualizados. Ele pediu indenização pelo valor atual de mercado, incluindo a reposição de plantas perdidas por falta de água.

Os juízes alertaram que o valor originalmente cobrado não refletia o verdadeiro custo da reparação dos danos. Embora a Assembleia tenha rejeitado os valores propostos pelo jogador com base na página da Internet, considerou necessário aplicar o julgamento adequado para determinar os danos, nos termos do artigo 165.º do Código Civil e Comercial, considerando o longo período passado e o ambiente do custo de vida.

Os tribunais aplicaram a lei
O tribunal aplicou a Lei de Defesa do Consumidor e o ônus da prova de que a empresa era responsável. (Foto: Salva Santiago)

O somatório dos valores acordados incluía reparo de bombas, componentes elétricos e substituição de peças danificadas, embora o tribunal tenha rejeitado o pedido de substituição da planta, por não ter sido detalhado ou divulgado na ação original. O Senado confirmou que não pode ultrapassar os limites estabelecidos no processo de reclamação e resposta, a fim de proteger o princípio da concorrência.

Quanto ao dano moral, o tribunal aceitou a quantia de 250 mil pesos, supondo que estivesse provado. o sofrimento dos usuários devido a quedas de energia causadas por falhas no serviço elétricocomo a necessidade de realizar múltiplas etapas, a interrupção das rotas comerciais e a falta de acesso à água para irrigação.

Os juízes afirmaram que a concessão de danos morais nos termos do contrato exige a comprovação dos danos reais, embora nos termos da Lei de Defesa do Consumidor a reclamação possa ser interpretada mais facilmente. Para o tribunal, o valor atribuído é razoável tendo em conta as provas apresentadas e a situação do proprietário do jardim de infância após o incidente denunciado.

O despacho destacou a obrigação
A decisão destacou o dever da empresa de manter controlos e registos adequados, uma vez que se trata de atividades de risco. (Foto de arquivo)

A decisão do Senado destaca a importância de os prestadores de serviços assumirem a responsabilidade pela manutenção de auditorias e registos de infraestruturas, uma vez que se trata de atividades de risco. Destaca também, do ponto de vista processual, a obrigação de fornecer provas quando a natureza da relação assim o exigir – neste caso, o utilizador e o fornecedor de energia.

Com base nestas razões, a Corte modificou parte da decisão original e aumentou o montante resultante da indenização para 668.000 pesos. valor que será renovado com juros conforme necessário a partir da data do evento. O tribunal fixou o custo (custos) de criação da empresa demandada.



Link da fonte