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VÍDEO: Ayuso se pergunta se Zapatero ou Sánchez têm “coragem” de receber o crédito pela libertação de prisioneiros venezuelanos

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Durante a sua participação na II Intermunicipal do Partido Popular em Madrid, Isabel Díaz Ayuso enfatizou a necessidade de José Luis Rodríguez Zapatero fornecer informações claras sobre a sua relação com o Plus Ultra e exigiu que apresentasse os projetos de lei que sustentam a sua atuação em relação ao Governo venezuelano. Conforme noticiado pela Europa Press, o presidente da região reiterou que, na sua opinião, o ex-presidente socialista manteve durante muitos anos uma posição de cumplicidade com a administração de Nicolás Maduro, e incluiu o atual presidente, Pedro Sánchez, na sua declaração.

Ayuso enviou seus comentários no contexto do recente anúncio da lei de anistia para presos políticos na Venezuela. Segundo a Europa Press, foi Delcy Rodríguez quem comunicou as medidas e liderou a libertação de mais de 700 pessoas, segundo relatos de várias organizações independentes. Os líderes em Madrid apontaram directamente para o papel dos líderes socialistas espanhóis neste processo, expressando as suas dúvidas sobre a possibilidade de Zapatero ou Sánchez tentarem receber o crédito pela libertação destes prisioneiros. Em suas palavras, Ayuso expressou: “Você vai ficar com cara de duro agora para ir em frente e agradecer e eles vão libertar os presos políticos? Mas havia espanhóis entre eles. Nem Sánchez nem Zapatero estavam lá”.

A Europa Press detalha que Díaz Ayuso não só questionou o envolvimento de Zapatero e Sánchez na libertação de prisioneiros venezuelanos, mas também ampliou as suas críticas ao mencionar a visita do ex-presidente Zapatero à Venezuela. O presidente da Comunidade de Madrid sugeriu que estas visitas têm um propósito específico e um negócio específico, criticando a falta de clareza sobre o verdadeiro propósito das viagens. Ayuso lamentou que, durante as últimas eleições venezuelanas, Zapatero não tenha visto quaisquer irregularidades, dizendo no seu discurso: “Vocês foram às eleições, as últimas vencidas por María Corina Machado, para dizer que não viram nada, que tudo estava perfeito, tudo estava em ordem e tudo foi caiado”.

Em relação ao Plus Ultra, a notícia Europa Press relata como Díaz Ayuso encorajou Zapatero a fornecer informações precisas e transparentes sobre o seu envolvimento em esforços e empresas ligadas à companhia aérea e ao Executivo venezuelano. Disse que a sociedade espanhola merece conhecer bem a natureza do trabalho e do empenho que, segundo o dirigente, tem sido feito de forma ambígua durante os anos associados ao governo de Maduro.

A intervenção de Ayuso surge num ambiente político marcado por debates sobre o apoio, ou falta dele, de alguns líderes internacionais à oposição venezuelana, bem como por disputas sobre interesses económicos e pessoais neste contexto. A Europa Press salienta que a libertação em massa de presos políticos e a publicação da lei de amnistia reavivaram o debate em Espanha sobre a posição assumida por políticos como Zapatero e Sánchez.

Os meios de comunicação europeus, disponíveis através da sua plataforma, também forneceram detalhes adicionais sobre a fotografia e a declaração do chefe da região, recordando a polémica em curso em torno da relação entre alguns representantes do PSOE e o Governo venezuelano durante o mandato de Nicolás Maduro.

A intervenção de Ayuso juntou-se a outras vozes do Partido Popular que criticavam o papel das figuras socialistas nos assuntos internos da Venezuela e exigiam repetidamente transparência e responsabilização pelas ações e esforços realizados nos últimos anos. Tal como explicado detalhadamente pela Europa Press, a oposição exige mais informação sobre as relações internacionais dos representantes do Governo espanhol, especialmente no contexto em que a situação política e social na Venezuela continua a causar intenso debate internacional.



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