A jornalista Maribel Vilaplana disse ao juiz da direção da Gestão de Desastres no dia 29 de outubro, durante o almoço Carlos, que não estavam na “urgência” e na verdade despediram-se às 18h45 – quando ocorreu a morte devido à Inundação – falando de futebol. Disse ainda que Mazon manteve contato e que “atendeu o telefone”, com quem também conversou e mandou mensagem. “
Vilaplana falou com estas palavras no seu depoimento, como Testemunha, o Tribunal de Inquérito é o 3.º da Catarroja, órgão que investiga a gestão dos danos que perdeu 229 danos, além de danos pessoais e materiais.
A comunicação foi chamada ao tribunal às 9h30. Mesmo meia hora antes, às 9h03. Houve também um homem que perdeu a mãe no dia do Dilúvio, que lhe mostrou a fotografia dela e pediu-lhe que “dissesse a verdade”.
No início do seu depoimento, o juiz de instrução pediu a Vilaplana o bilhete de estacionamento que deixou o carro no dia do seu erro e que declarou, Mazón estava com ele depois do almoço. O jornalista não pôde fornecê-lo, dizendo que não o tinha, por isso o juiz vai exigir do seu banco e da empresa que administra a emissora.
A seguir, o jornalista descreveu o almoço que teve com o ex-presidente, que durou quatro horas, das 15h às 18h45. Disse que durante a refeição Mazón recebeu uma chamada no seu telemóvel, “ele vai levantar-se e atender”, disse. Ele também revelou que lhe deram um envelope com documentos que ele fez.
Assim, o antigo activista não estava incomunicável naquele dia, porque “falava e escrevia ao telemóvel”, mas disse que não se lembrava da sua voz nem do som do seu telefone. “Ela estava saindo quando o telefone dela tocou”, disse ela, ao que ele perguntou se ela queria ir embora, mas ela disse para ele não se preocupar.
“Tenho a opinião de que ouvi ele falar um pouco. Ele vai ouvir mais”, comentou, acrescentando que não comentou a conversa que teve. “Ele não significa nada para mim e não ouço palavras como Dana, Cecopi ou chuva”, acrescentou.
Questionado sobre o vídeo que recebeu no telemóvel às 17h30. Apareceu Utiel (Valência), o entrevistado lamentou ter sido “usado”. Ele revelou que conseguiu no chat da família, mas liga ao ex-marido que ele não abriu. Ele deu um olhar surpreso. “Torturando-me por não abrir aquele link, porque se eu o tivesse visto antes, teria dito… ‘Ostras’”, disse ele. Indicou acreditar estar olhando a mensagem da família em um dos momentos em que Mazón saiu da mesa.
“Como se nada tivesse acontecido”
Neste momento, o jornalista disse ao juiz que se perguntava por que Mazón podia continuar a comer”, porque continuou a falar com ele e continuou o que estava acontecendo.
A este respeito, Vilaplana destacou que a atitude de Mazón durante a refeição foi “calma” e fez questão de não o reconhecer “rapidamente” nele. Na verdade, explicou que quando saíram do restaurante e se dirigiram à estação, que funciona para o Levante, pediu-lhe que fosse ver um jogo de futebol, DERBY contra Elcher.
Naquela época, disse ele, tudo corria “normalmente”. Ele ressaltou que não tinha pressa e que Mazón não tinha a impressão de que ele estava com pressa, então continuaram conversando sobre futebol.
Já no estacionamento, o repórter disse que tinha que ir até a saída para retirar a passagem e depois foi ao caixa eletrônico para pagar, o que demorou cerca de cinco minutos. Questionado se ouviu o nome Pradas num jantar com Mazón, disse que não se lembrava.















