Abelardo de la Espriella rejeitou o acordo com Paloma Valencia antes do primeiro turno da presidênciade acordo com as informações recebidas Revista Semanano meio do conflito à direita.
O candidato garantiu que disputará diretamente as eleições e confirmou que vencerá o Valência para avançar ao segundo turno contra Iván Cepeda.
A decisão marca o distanciamento da proposta de unidade do setor e redefine o cenário eleitoral antes das eleições de 31 de maio.
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Sem alianças e com apostas especiais
O candidato presidencial Abelardo de la Espriella deixou claro que não pretende trabalhar com Paloma Valencia antes da primeira volta das eleições presidenciais, apesar de o assunto ter surgido no debate público.
Segundo o seu comunicado, a possibilidade de união não pode ser aceite do ponto de vista jurídico, porque Valência, depois de participar na consulta, deve chegar à primeira volta das eleições.
“Não é legalmente possível que Paloma faça isso no meu interesse porque ela, tendo ido à consulta, é obrigada por lei a comparecer ao primeiro turno e eu irei ao primeiro turno”, disse De la Espriella.

Este candidato confirmou que permanecerá na corrida sem acordo antes da sua decisão, no terreno onde a sua força será medida diretamente na eleição de cada candidato.
Além disso, confirmou que o seu foco principal está no candidato da Convenção Histórica, que considera um verdadeiro concorrente político nas eleições presidenciais.
Cenário eleitoral e conflito à direita
Neste contexto, De la Espriella propôs um cenário onde derrotaria Paloma Valencia no primeiro turno para enfrentar Iván Cepeda no segundo turno.
“O importante aqui é que Iván Cepeda não tem como vencer no primeiro turno. Irei para o primeiro turno, vencerei Paloma Valencia e irei para o segundo turno com Cepeda.
O candidato também tentou baixar o tom do conflito interno ao apontar que Valência não é seu inimigo, mas sim um rival no mesmo campo político.
Em linha com isto, o ex-presidente Álvaro Uribe levantou a necessidade de manter uma atmosfera de respeito mútuo entre os dois candidatos, sugerindo que poderia haver unidade no final, desde que baseada no diálogo.
“Há quem apoia Abelardo e outros que apoiam Paloma; devemos criar um ambiente de respeito tanto para os candidatos como para os seguidores. Se quisermos uma união no futuro, ela deve estar enraizada no respeito”, disse Uribe Vélez.
O advogado também confirmou a sua proximidade às fileiras do Centro Democrático, apontando os seus laços políticos com aquele partido e com celebridades como María Fernanda Cabal, que disse poder apoiar a corrida.

Ao mesmo tempo, o cenário eleitoral continua a evoluir, com atividades nas urnas e disputas pelo direito de concorrer a cargos públicos em comparação com outros setores políticos.
A decisão de De la Espriella de rejeitar a aliança nesta fase redefine o mapa político antes da primeira volta e permite a discussão de um acordo adequado para a próxima fase do processo eleitoral.















