Durante a conferência de imprensa online, o presidente ucraniano Volensky declarou que a Ucrânia não tinha a legalidade nem a moral para não se comprometer com o território para oferecer o fim da Rússia. Zelensky destacou que, segundo a lei ucraniana, o direito internacional e a constituição do país, ceder terras não é uma opção. Ele o repreendeu novamente: “Parabenizamos a província seding? Não temos o direito legal de fazê-lo e também não temos a moral correta”.
Os comentários surgem no contexto do conflito em curso, com a Rússia exigindo a anexação de território da Ucrânia, uma acção punida por Zelensky. Afirmou: “Estamos combatendo isso, como vocês bem sabem”, descrevendo a importância da integridade territorial para o país.
Zelensky destacou os desafios nas negociações, especialmente na questão do território, que um alto funcionário próximo da discussão descreveu como o “problema real”. A garantia para a Ucrânia também surgiu como um ponto importante. “A chave é saber quem estará pronto para um novo relacionamento por parte da Rússia”, disse Zelensky, expressando preocupação com a falta de uma resposta clara à ameaça potencial à ameaça potencial.
Após a reunião em Londres, Zelensky indicou que iria a Bruxelas para manter conversações com líderes da NATO e da Comissão Europeia. Ele mencionou planos de partir para a Itália pouco depois da meia-noite, citando uma agenda familiar ocupada.
Além disso, Zelensky confirmou que as autoridades ucranianas e europeias estão a trabalhar numa série de 20 que foram recebidas dos Estados Unidos, com a intenção de desenvolver uma contraproposta a ser enviada a Washington na noite de segunda-feira. Este desenvolvimento sublinha a complexidade das negociações diplomáticas no meio de uma disputa jurídica entre os dois, à medida que a Ucrânia procura estabilizar a situação e manter a sua soberania.















