“Mi Sele” é a nova música da seleção colombiana na Copa do Mundo de 2026 – crédito luifercuello/Instagram
A seleção colombiana já está de olho na estreia da Copa do Mundo de 2026. Poucos dias antes do primeiro jogo contra o Uzbequistão, dois dos jogadores nomeados por Néstor Lorenzo, Willer Ditta e Jaminton Campaz, falaram sobre a preparação da equipa, a chave para enfrentar um adversário que promete ser exigente e a mentalidade do grupo. início da competição. “Estamos nos preparando desde o início do acampamento, com destaque para a partida contra o Uzbequistão. Aproveitamos os amistosos, por exemplo, contra a Jordânia, que foram parecidos em estrutura, com blocos bem organizados“, explicou o zagueiro colombiano em resposta à mídia.
Para os jogadores, um dos principais desafios é encontrar uma posição contra uma equipe que possa oferecer uma barreira defensiva.
Portanto, a Colômbia deve aliar paciência, troca rápida de bola e muita movimentação para criar oportunidades de gol. “Acho que será um jogo para ter muita paciência, muita movimentação. É preciso estar alerta para devolver a bola para a parte alta do campo“Ditta assegurou.
O zagueiro destacou ainda a importância da bola parada, recurso que permite à Colômbia contar com futebolistas e jogadores capazes de fazer a diferença em jogos disputados. “É uma área forte no nosso país. Sabemos que temos jogadores muito decisivos, temos bons marcadores, principalmente com a bola ainda no ataque“, disse ele.

Além disso, Ditta deixou claro que dentro do grupo existe uma competição interna saudável e todos os jogadores convocados têm a confiança do técnico para serem peças-chave durante a Copa do Mundo. “Este professor já afirmou que os 26 que convocou para o Mundial poderão ser primeira base. Estaremos todos focados e com um único objetivo: aproveitar ao máximo cada jogo.”, comentou.
O entusiasmo da seleção colombiana é acompanhado de experiência e estabilidade. Para os zagueiros, o time conta com jogadores de elite que entendem a importância de enfrentar uma competição desta magnitude. “Temos jogadores de grande calibre e experiência, com paixão e sede de glória.“, disse ele.

Jaminton Campaz e a importância da largura de cada ala para resolver o bloco fechado
Por sua vez, Jaminton Campaz falou sobre a emoção de participar da Copa do Mundo e garantiu que o grupo tem certeza de que pequenos detalhes serão decididos numa situação em que cada jogo pode mudar a história. “A verdade é que, antes de mais nada, estou grato por estar aqui, estou feliz. O próximo jogo será descrito com um pouco mais de detalhes. Acho que o trabalho reduzido é o que temos trabalhado nos treinos”, disse o avançado, ao mesmo meio de comunicação.
Campaz destacou a importância de compartilhar times com jogadores de futebol de alta qualidade e garantiu que as exigências durante a preparação são as maiores, entendendo que a Copa do Mundo é uma competição diferente. “É ótimo estar com os melhores jogadores. Fala-se muito sobre alto esgotamento. Sabemos que a Copa do Mundo é outra coisa, é uma coisa curta que você tem que aproveitar ao máximo”, afirmou.
O jogador explicou ainda que durante a semana anterior ao primeiro jogo, a equipe buscou ferramentas para resolver jogos difíceis, principalmente quando há confrontos acirrados entre rivais. “Treine durante a semana, discuta para realizar jogos quando fechadoCampaz ele disse.
Sobre como a Colômbia deve abordar a competição, Campaz concordou em manter a calma e a confiança no trabalho realizado. “Acho que isso é algo que devemos encarar com calma, com a maior tranquilidade. Quando você joga, você treina. Acredito que todas as partes precisam de uma definição”, explicou.
O atacante destacou ainda que a Colômbia tem trabalhado muito para chegar às laterais, uma das rotas ofensivas que pode ser importante contra uma defesa organizada como a do Uzbequistão. “Jogando muito como ala“, disse ele.
Por fim, Campaz falou sobre a emoção de representar o país inteiro no palco mais importante do futebol mundial. “É uma coisa linda, você chega no seu limite, aproveita, vivencia. Representa 55 milhões de pessoas“, concluiu.















