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Cresce lista de espera de dependentes: a cada 16 minutos morre alguém sem benefícios, diz gerente de serviço social

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O número de funcionários do departamento aumentou em 7.293 até agora este ano e 13.503 mortes constam da lista da agência, uma média de uma a cada 16 minutos. Até à data, 265.503 pessoas aguardam benefícios ou estimativas para obter as qualificações que abrirão as portas do sistema de dependentes.

Das 265.503 pessoas, 110.108 aguardam avaliação (41,5%) e 155.352 aguardam benefícios e serviços aprovados (58,2%). São dados fornecidos pela Associação de Dirigentes e Gestores de Serviços Sociais com base em dados oficiais até 31 de maio, considerando os dados do Observatório Estadual da Agência.

O órgão criticou que o Ministério dos Direitos Sociais considere a lista de espera apenas para aquelas pessoas que não respeitarem o prazo de 180 dias estabelecido pela administração, máximo que receberão benefícios ou serviços quando forem aceitos.

Das 13.503 pessoas que morreram na lista de espera do órgão nos primeiros cinco meses deste ano, 6.940 aguardavam para serem avaliadas e 6.563 aguardavam para receber seus benefícios.

Para a associação de dirigentes e gestores, a ausência de aumento orçamental afeta o sistema “ao não manter o financiamento adicional de 600 milhões que foi introduzido pelo Plano Choque em 2021, 2022 e 2023”.

Para os diretores dos serviços sociais, “são poucos os assuntos do Estado que atingem tal consenso e são tão urgentes socialmente como o cuidado de pessoas em situação de dependência”. No entanto, acrescentaram, “decorridos 20 anos, este direito ainda está pendente, apesar do desenvolvimento desta Lei, que ainda não está em desenvolvimento”.

Segundo a organização, quatro milhões de pessoas receberam tratamento do sistema em 20 anos, enquanto “quase um milhão morreu na lista de espera”. “A abordagem burocrática, os pequenos lucros, aliados à intensidade do serviço e à falta de acordo tornam o sistema barato ineficiente no atendimento às pessoas em estado de dependência, o que se soma à falta de financiamento e à disparidade territorial no seu desenvolvimento”, acrescentou.

Solicitaram também ao ministério a publicação dos documentos em lista de espera para análise e de inscrições não registradas, e dos atendidos para a classe III+. “A falta de transparência, a mentalidade vencedora e as manchetes enganosas que adornam os dados são inaceitáveis”, concluíram os administradores.



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