Em Honduras, 135 mulheres perdeu a vida até agora este ano, segundo dados do Observatório da Violência da Universidade Nacional Autônoma de Honduras. O coordenador do Observatório, Mygdonia Ayestasavisou 95% o assassinato de mulheres permanece impune.
Ayestas destacou que muitos desses crimes estão acontecendo no ambiente da vítima. Segundo ele, em alguns dos assassinatos de mulheres, os autores são companheiros, ex-companheiros ou familiares das vítimas.
As estatísticas do Observatório também mostram a concentração geográfica dos casos ali Distrito central, São Pedro SulaCholoma, Catacamas, Juticalpa e Trujillo.
Um dos casos que mais preocupa os especialistas é Trujillono departamento de Colón. Embora seja um município com população pequena se comparado aos grandes centros urbanos do país, já está cadastrado. dez feminicídios até este ano, número que tem chamado a atenção de pesquisadores pelo seu impacto na sociedade.
Para Ayestas, o movimento destes sinais confirma que o A violência baseada no género não se limita às áreas urbanasmas afecta diferentes partes do território nacional e requer respostas diferentes dependendo da situação local.
Ayestas manteve tudo por perto 95% o caso do feminicídio permanece impune, facto que reflecte a fragilidade estrutural do sistema de investigação e acusação criminal.

Os académicos consideram que o aumento das sanções aprovado nos últimos anos é um avanço, mas não é suficiente se não for reforçada a capacidade de investigação das instituições responsáveis pelo esclarecimento da situação.
Neste sentido, insistiu que é necessário promover o processo investigação da ciência do crime mais forte, com recursos técnicos, pessoal especializado e sistemas de recolha de provas que permitem construir um caso forte e aumentar a probabilidade de acusação.
“O desafio hoje não é ter leis mais rigorosas, mas garantir que os responsáveis sejam identificados, presos e condenados”, afirmaram especialistas que acompanham de perto a tendência da violência contra as mulheres em Honduras.
Manifestou o seu apoio à proposta dos chamados Ayestas Lei de Aviso Roxoação que busca fortalecer a resposta das instituições públicas quando é denunciado o desaparecimento de uma mulher ou uma situação que ameace sua integridade.
A proposta surge de um padrão que, segundo a investigação, se repete em muitos casos: mulheres que foram privadas de liberdade ou desaparecem por um tempo e seus corpos são encontrados em espaços abertos ou locais remotos.
Propomos tomar medidas imediatas protocolos de pesquisa e planejamento na instituição de segurança a partir do momento da apresentação da denúncia, com o objetivo de eliminar as práticas que atrasam a investigação durante as horas necessárias para encontrar as vítimas.

Segundo seus promotores, o Purple Alert possibilita a conscientização mais rápido com a polícia, promotores e agências de investigaçãoalém de facilitar a divulgação de informações que auxiliam na localização de pessoas desaparecidas.
Vários sectores consideram que a aprovação desta ferramenta pode representar um progresso no proteção das mulheresespecialmente nos casos em que a primeira hora é decisiva na prevenção de consequências fatais.
A figura de OV-UNAH Colocaram novamente na mesa a necessidade de fortalecer a política pública de prevenção, proteção e investigação. Para os especialistas na matéria, o combate à violência contra as mulheres exige uma estratégia abrangente que combina educação, prevenção, acesso à justiça e uma resposta governamental mais eficaz.















