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Do estresse ao isolamento no Peru: os danos invisíveis do cyberbullying infantil

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O mundo digital tornou-se uma plataforma onde o assédio pode causar danos emocionais duradouros aos menores. (Foto da Infobae)

O cyberbullying no Peru deixa uma marca profunda na saúde emocional CRIANÇAS e jovens, para além do mundo virtual, para influenciar o seu quotidiano. Um estudo regional recente da Kaspersky destacou que o estresse constante é uma das principais consequências para quem sofre. assédio on-lineconforme relatado por um terço dos pais entrevistados.

Outras manifestações incluem retraimento social, problemas escolares, distúrbios do sono, falta de autoconfiança e sintomas depressivos, mostrando que a violência digital afeta muitas áreas da saúde da criança.

O mundo digital tornou-se uma plataforma onde o assédio pode causar danos emocionais duradouros aos menores. De acordo com os resultados da Kaspersky, 33% dos pais no Peru sentem que seus filhos passam por muito estresse como resultado do estresse. ciberacoso.

Feche a mão da criança no teclado do laptop em um quarto escuro, com uma tela brilhante iluminando-o.
Identificar insultos, compartilhamento não autorizado de fotos e ameaças é fundamental para denunciar o assédio rapidamente. (Foto da Infobae)

Esse estresse não se manifesta apenas no nível emocional, mas também afeta a vida diária e o comportamento geral das pessoas afetadas.

O declínio da actividade social é outro efeito preocupante, porque 29% dos pais descobrem que os seus filhos tendem a isolar-se quando sofrem ataques cibernéticos. Esse afastamento pode significar a não participação em atividades extracurriculares ou a perda de relações interpessoais, o que aumenta os sentimentos de solidão e vulnerabilidade.

Outros efeitos colaterais relatados incluem diminuição do desempenho escolar, distúrbios do sono e distribuição de depressão e baixa autoestima. Estes efeitos negativos podem perdurar por muito tempo se não for feita uma intervenção oportuna, comprometendo o desenvolvimento e o bem-estar dos alunos.

Cyberbullying é o uso de tecnologia digital para ameaçar, intimidar, humilhar ou assediar alguém. Imprensa Europa
Cyberbullying é o uso de tecnologia digital para ameaçar, intimidar, humilhar ou assediar alguém. Imprensa Europa

Um dos maiores desafios ao lidar com o cyberbullying é que muitas vítimas passam por esta experiência em silêncio. De acordo com Carolina Mojica, gerente de produto do cliente NOLA e SOLA da Kaspersky, “O cyberbullying muitas vezes ocorre em silêncio porque muitas crianças não sabem como pedir ajuda ou temem que seus telefones sejam levados embora”.puni-los ou minimizar o que eles estão passando.”

Este medo das consequências contribui para que os incidentes não sejam comunicados a tempo, dificultando a intervenção dos adultos responsáveis.

o falta de comunicação e a confiança em casa pode agravar o problema, pois os menores sentem que não têm um local seguro para expressar o que enfrentam no mundo digital. Mojica enfatiza a importância de os pais construírem um relacionamento baseado na confiança, onde os filhos possam compartilhar suas preocupações sem medo de retaliação ou de serem mal compreendidos.

7 em cada 10 crianças sofrem diariamente de cyberbullying, segundo estudo da ONG Bullying Without Borders - crédito Multinacional S2 Grupo
33% dos pais no Peru sentem que seus filhos passam por muito estresse como resultado do cyberbullying. – Crédito internacional do Grupo S2

Para combater o cyberbullying, os especialistas oferecem diversas recomendações dirigidas aos pais e cuidadores. Primeiro, eles destacam a importância de ter conversas regulares sobre a sua vida digital um menor.

Discuta abertamente o uso de redes sociais, jogos on-line e a aplicação de mensagens permite que as crianças e os jovens compreendam que podem recorrer aos pais em situações desconfortáveis ​​ou perigosas.

Outro passo importante é ensinar as crianças a reconhecer os sinais de alerta. Saber reconhecer insultos constantes, compartilhamento não autorizado de fotos, ameaças, perfis falsos, telefonemas ou mensagens persistentes de estranhos é essencial para que os envolvidos possam denunciar esses comportamentos imediatamente e evitar que o assédio continue.

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Em situações em que ocorreu cyberbullying, é importante agir rapidamente e preservar as provas. (Foto da Infobae)

A proteção de privacidade também desempenha um papel importante. Definir perfis de mídia social como privados, limitar quem pode se conectar ou visualizar postagens e impedir a divulgação de dados pessoais, como escola, localização ou número de telefone, ajuda a reduzir a exposição e possíveis alvos de assédio.

Em situações em que ocorreu cyberbullying, é importante agir rapidamente e preservar as provas. Fazer capturas de tela, salvar mensagens e denunciar contas ou conteúdos ofensivos na plataforma antes de bloqueá-los ou excluí-los pode facilitar investigações adicionais e apoiar relatórios de casos.

Deve ser acompanhado pelo uso de acompanhamento TECNOLOGIA. Ferramentas de segurança e controles parentais permitem identificar riscos potenciais e promover hábitos digitais mais seguros. No entanto, os especialistas sublinham que a tecnologia deve ser apoiada por monitorização e comunicação regulares dentro da família.

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A comunicação aberta e o apoio incondicional são essenciais para que os menores se sintam seguros. (Foto da Infobae)

O ambiente familiar é o primeiro lugar para prevenir e controlar o cyberbullying. Segundo Carolina Mojica, “Os pais devem conversar com os filhos sobre o que está acontecendo na rede, nos jogos online e nos chats, Explique-lhes que não têm de enfrentar as ameaças digitais sozinhos e ensine-os a pedir ajuda quando recebem mensagens maliciosas, chantagens, provocações ou pedidos desconfortáveis.

A comunicação aberta e o apoio incondicional são essenciais para que os menores se sintam seguros e confiantes para lidar com qualquer situação que possa surgir.



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