O passado Segunda-feira, 23 de junhoum baleia encontrada encalhada numa praia do distrito de Ásia, província de Cañete. Embora a causa deste incidente não seja clara, o Instituto do Mar do Peru (IMARPE) sugere que vários factores naturais e até humanos podem ter causado estes danos à vida marinha.
Segundo a instituição que informa sobre este tipo de procedimento no campo virtual, “em muitos casos requerem intervenção científica para estabelecer por que eles morreram ou não puderam retornar ao marNeste sentido, solicita-se aos cidadãos que “denunciem imediatamente” quando se depararem com situações semelhantes, porque a informação precoce pode ajudar a identificar a causa e reduzir o impacto das atividades humanas sobre baleiagolfinhos e botos.
IMARPE indica que existem cetáceos 7% dos choques registados entre 2017 e 2019e embora a causa não seja conhecida em todos os casos, naqueles que são possíveis, o 12% das mortes estão relacionadas a:
- Contenção líquida
- Abate para consumo de carne
- Choque elétrico: crânio fraturado
- outras lesões corporais e cortes profundos.
Mesmo a avaliação do quadro por meio de autópsias e exame físico nem sempre permite o diagnóstico. A organização explica isso fatores ambientais e a inacessibilidade de certas áreas impedir que a causa da morte seja determinada.
Uma baleia encalhada na praia durante a observação de baleias (Crédito: Discover Tumbes)
Perdido virando-se Eles podem ser causados por condições naturais, como:
- Aquecimento repentino
- Entrada de massas de água de diferentes temperaturas.
- Eventos El Niño e La Niña
- Ataques de predadores ou pessoas da mesma espécie
- Doença
- Anos avançados.
Eles também podem estar relacionados a fatores humanos, incluindo:
- extração de hidrocarbonetos
- Uso de sonar e sondas acústicas
- Eliminação de toxinas e resíduos
- Colisão de barco
- Convulsão repentina ou direta
- Contenção líquida
- Pescando fantasmas em redes abandonadas
O risco aumenta quando existem raras condições oceânicas que alteram a temperatura do mar. Durante esses períodos, reduzindo o fornecimento de alimentos para dois grandes predadores para os pescadores, situação que aumenta a possibilidade de contato e, consequentemente, conflito ou conflito relacionado à atividade pesqueira.
A falta de alimentação destrói a saúde dos animais, tornando-os mais suscetíveis a doenças doenças infecciosas ou parasitárias.
A agência destacou que a proliferação de algas nocivas pode liberar toxinas que podem alterar os ossos dos principais predadores, afetando sua saúde e até mesmo a mortalidade.
Em caso de dúvida, A recomendação é entrar em contato com a autoridade competente de acordo com o tipo de observação.
- Ao relatar o evento, forneça: localização os excessos e equipamento audiovisual como fotos ou vídeos.
- Evite contato com animaisesteja vivo ou morto.
O departamento é responsável pelo tratamento dos incidentes com cetáceos e os especialistas avaliam as condições do caso para implementar as medidas e protocolos adequados.

Por que não deveríamos tocar nas espécies marinhas afetadas? Segundo o IMARPE, os animais marinhos podem transportar patógenos que podem ser transmitidos aos humanos e outros animais de estimação. Além disso, muitos exemplares encalhados são grandes e, no caso dos cetáceos, os movimentos de suas nadadeiras ou caudas podem atuar. causando ferimentos graves e até morte.
O IMARPE indica ainda que se o animal ainda estiver vivo no momento do registro da convulsão, nessas condições estressantes, animais não aceitam a presença humana como ajuda. Sua resposta geralmente é instintivo e repentinoporque vêem a interferência como uma ameaça.
- Se for assim pássaros, tartarugas e leões marinhosa comunicação deve ser feita com o Serviço Nacional de Florestas e Vida Selvagem através do WhatsApp Alerta Serfor em números 947 588 269.
- Tão longe quanto baleiagolfinhos ou botosé necessário avisar o IMARPE pelo número 975 345 546.















