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Bloqueio no centro turístico de Buenaventura aumenta perdas no fim de semana de feriado

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O presidente pediu aos manifestantes que permitissem o acesso ao porto durante o fim de semana de feriado para evitar danos económicos aos trabalhadores, hotéis e empresas sociais – Crédito Colprensa

O bloqueio no centro turístico de Buenaventura está em vigor há quase uma semana e já afeta o turismo e o emprego local, conforme alertou a governadora do Vale del Cauca, Dilian Francisca Toro, durante o longo fim de semana festivo marcado por um maior afluxo de visitantes.

Como disse o governador, em conversa o tempo, A restrição prejudica conselhos comunitários, hotéis, empresários e trabalhadores do turismo porque retarda as viagens na região do Vale do Pacífico de Cauca e causa perdas na cadeia produtiva regional.

O presidente pediu o levantamento da barreira, principalmente durante o fim de semana de feriado, quando aumenta a chegada de turistas. A Toro pediu aos manifestantes que permitissem a passagem para evitar novas perdas na área. “Acredito que não estão lucrando, mas sim prejudicando os trabalhadores de Buenaventura, que trabalham todos os dias no setor do turismo para obter renda.“, disse o governador à mídia mencionada acima.

O presidente frisou ainda que “as restrições devem ser retiradas, principalmente durante o fim de semana de feriado, quando aumenta o número de turistas”.

A medida desacelera o trânsito em uma área do Vale do Cauca Pacífico e causa prejuízos na cadeia produtiva regional, o que afeta conselhos comunitários, empresários e trabalhadores envolvidos no atendimento aos visitantes – crédito Luis Jaime Acosta/Reuters
A medida desacelera o trânsito em uma área do Vale do Cauca Pacífico e causa prejuízos na cadeia produtiva regional, o que afeta conselhos comunitários, empresários e trabalhadores envolvidos no atendimento aos visitantes – crédito Luis Jaime Acosta/Reuters

Além disso, questionou o efeito do bloqueio durante o fim de semana da temporada turística. “Parece-me que estas perdas são a gota d’água, principalmente neste fim de semana, que é época turística. Estão destruindo o conselho comunitário dono dos negócios, hotéis, comércios e negócios de Buenaventura.”, disse Toro, segundo El Tiempo.

O encerramento do porto turístico é mantido pela comissão de greve cívica, que diz tratar-se de uma violação de vários acordos com o país. A Toro confirmou que as reivindicações estavam de acordo com o governo nacional e negou que os protestos estivessem afetando a economia local.

O bloqueio coincide com o pico do turismo em uma parte da cidade. Essa situação aumenta os prejuízos para quem depende do funcionamento do porto, segundo o governador..

O governador disse que aguarda autorização do Instituto Nacional de Estradas de Rodagem (Invías) para retirar o sistema atual, que considera perigoso, e instalar o novo porto proposto pelo Governo do Valle del Cauca.

A medida retarda o trânsito em uma área do Vale do Cauca Pacífico e causa prejuízos na cadeia produtiva regional, afetando conselhos comunitários, empresários e trabalhadores envolvidos no atendimento aos visitantes – Luis Jaime Acosta/Reuters
A medida retarda o trânsito em uma área do Vale do Cauca Pacífico e causa prejuízos na cadeia produtiva regional, afetando conselhos comunitários, empresários e trabalhadores envolvidos no atendimento aos visitantes – Luis Jaime Acosta/Reuters

O emprego é uma das prioridades de investimento na Conversa com os Cidadãos. A Toro explicou que o novo ponto será um cais flutuante.

Também servirá para transporte de alimentos, pois é um dos principais pontos de abastecimento da população portenha. A proposta oficial prevê que os contratos futuros darão lugar às empresas públicas. Este projeto foi proposto pela maioria do município e 49% da comunidade, contando com a participação do conselho comunitário, motoristas e empresários na gestão e manutenção do novo porto.

A governadora de Dilian Francisca Toro alertou que a crise hospitalar no Valle del Cauca entrou numa fase crítica devido à falta de pagamento de recursos para os meses de maio e junho através da EPS intervencionada, situação que ameaça o encerramento de serviços médicos essenciais e aumenta o atendimento aos pacientes nas redes pública e privada do departamento.

O escopo do problema é amplo: 76% da população do Valle del Cauca está ligada ao EPS sob intervenção estatal, pelo que a interrupção do serviço afecta grande parte do sistema regional.

De acordo com A horaa administração do departamento confirma que esta dependência aumenta o impacto da crise nas consultas, no tratamento e nos serviços especiais.

A administração do departamento afirmou desconhecer o destino do dinheiro transferido e destacou que a falta de informação sobre a forma de distribuição impede garantir a continuidade do sistema de saúde - crédito Hospital Universitario del Valle - Evaristo García / Facebook / Camila Díaz / Colprensa
A administração do departamento afirmou desconhecer o destino do dinheiro transferido e destacou que a falta de informação sobre a forma de distribuição impede garantir a continuidade do sistema de saúde – crédito Hospital Universitario del Valle – Evaristo García / Facebook / Camila Díaz / Colprensa

Os esforços de socorro já estão em andamento em algumas áreas. O caso mais sensível é o de Emssanar, onde a falta de financiamento obrigou 463 pacientes a serem transferidos rapidamente para diferentes instituições da região para evitar interrupções nos cuidados.

O governo do Valle del Cauca encontrou a origem da crise na diferença entre os recursos projetados e os reais.

O valor mensal da Unidade de Pagamento de Capital para os regimes apoiados e participantes 789 bilhões de dólares, mas até agora apenas 289 mil dólares foram sacados.

Esta lacuna ascende a 500 mil milhões de dólares, segundo o gerente da sucursal.

O governador confirmou que esta situação financeira agrava a crise sanitária humanitária que tem sido anunciada na região e tem impacto direto no cuidado dos empregadores, além de aumentar as barreiras de acesso ao tratamento.

- crédito @Mineducacion/X

A proposta oficial propõe que a infraestrutura abasteça a população de Buenos Aires, por ser um dos principais pontos de mercadorias e circulação da cidade, conforme explica Dilian Francisca Toro – crédito @Mineducacion/X

O diagnóstico oficial não se limita à falta de recursos. O Governo afirmou ainda que desconhece o destino do dinheiro transferido e as condições utilizadas para a sua distribuição.

Dito por A horao governo do departamento anunciou que houve uma transferência direta de dinheiro de alguns EPS para alguns prestadores, mas não há clareza sobre o procedimento técnico ou a aplicação desses fundos. Para a administração, esta falta de precisão prejudica a garantia da sustentabilidade do funcionamento das clínicas e hospitais e obriga-a a exigir uma distribuição justa entre os sectores privado e público.



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