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A bolsa mexicana fecha o semestre com avanço de 4,13% e fica em 66.966,68 unidades

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Cidade do México, 30 de junho (EFE).- A Bolsa Mexicana de Valores (BMV) registrou nesta terça-feira uma perda de 1%, o que a empurrou para encerrar junho com uma queda combinada de 2,36%, apesar da queda, fechou o semestre com um avanço de 4,13%, e o principal indicador, o Índice de Preços e Cotações (IPC), ficou na unidade 66.966,68.

A queda de junho juntou-se às quedas de abril (-1,1%) e março (-3,91%) e contrastou com as positivas de janeiro (5,12%), fevereiro (5,63%) e maio (1,08%).

“O mercado de capitais fechou o semestre com ganhos generalizados no mundo, graças ao otimismo em relação ao setor tecnológico, especialmente na radiodifusão artificial”, disse à EFE Gabriela Siller, diretora de análise económica e financeira do Banco Base.

No México, notou o especialista, o IPC “fechou o semestre com um ganho de 4,13%, período que atingiu o seu máximo histórico em 11 de fevereiro, quando atingiu 71.601,35 unidades”.

No mercado mexicano, segundo Siller, destacaram-se o lucro anual das emissoras: Orbia Advance (+44,68%), Banco del Bajío (+24,27%), Femsa (+22,59%), América Móvil (+21,58%) e Megacable (+21,29%).

Por outro lado, Enrique Covarrubias, diretor de análise económica do Actinver Financial Group, destacou que na ação negativa desta terça-feira, o mercado mexicano fechou junho com uma queda de -2,36%, embora este ano tenha atingido 4,13%.

“Em termos de estações, 23 das 35 estações que compõem o índice acabaram em território bom”, acrescentou.

No dia, o peso mexicano caiu 0,17% em relação ao dólar, sendo negociado a 17,5 unidades por dólar, ante 17,47 do dia anterior, segundo dados do Banco do México.

O valor disponível para venda no mercado atingiu 281,8 milhões, totalizando 27.870 milhões de pesos (1.192 milhões de dólares).

Das 774 empresas cotadas na reunião, 414 foram encerradas devido ao aumento de preços, 343 registaram perdas e 17 permaneceram inalteradas.

O fundo com maior volatilidade vem da mineradora Frisco (MFRISCO A-1), com 12,26%; da empresa de gás natural e transporte Esentia (ESENTIA II), com 6,17%, e da empresa de produtos domésticos Grupo Vasconia (VASCONI), com 3,77%.

Pelo contrário, a menor volatilidade veio da mineradora Fresnillo (FRES), com -7,1%; da incorporadora residencial Dine (DINE B), com -6,52%, e do conglomerado industrial Grupo Kuo (KUO A), com -5,45%.



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