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Vizinhos brigam por causa da árvore do quebra-cabeça dos macacos: o tribunal força o proprietário da árvore a limpar as casas vizinhas após cada tempestade

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O Tribunal Superior Cível e Comercial de Necochea rejeitou a extração da araucária e o pedido de indenização dos vizinhos. (Tribunal)

Na cidade de Necochea, o Tribunal de Apelação Cível e Comercial resolveu uma disputa entre duas famílias vizinhas sobre a longevidade de uma grande árvore em uma de suas propriedades. O caso girou em torno do pedido dos reclamantes para remover uma árvore de quebra-cabeças de macacos a poucos metros de sua casa, discutindo sobre danos estruturais e perigo potencial. O julgamento afirmou o indeferimento do pedido de indenização e do pedido de retirada da árvore, mas ordenou as medidas preventivas relacionadas à limpeza dos restos da planta após o temporal..

O caso, seguido Informaçõescomeçou quando o autor relatou que a presença de araucárias no terreno do entorno causava diversos problemas: rachaduras, rachaduras e levantamento do piso de sua propriedade, além da ameaça de queda de frutas pesadas e entulhos no telhado e nas calhas. A ação buscava a retirada da árvore e a reparação dos supostos danos.e apoiou suas reivindicações de laudos periciais e direito civil vigente.

De acordo com os documentos judiciais, o juiz de primeira instância indeferiu o pedido por esse motivo não está comprovado que haja danos além da tolerância normal entre vizinhos e rejeitou a perícia oferecida pelo agrônomo, que a considerou inválida devido a erros na identificação das espécies de árvores. O veredicto também concluiu que a única prova relevante, um relatório arquitetônico, não estabeleceu ligação entre o dano e a proximidade da árvore.

Uma grande árvore de quebra-cabeças de macaco com largas folhas verdes subindo para um céu azul com nuvens brancas, acima de um muro baixo e uma cozinha com grama e plantas
Uma disputa de bairro em Necochea decorre de um quebra-cabeça de macaco perto de uma casa, que estaria rachada, rachada e rachada. (Tribunal)

A primeira decisão dizia que o Código Civil e Comercial Nacional não estabelece distância mínima para o plantio de árvores em relação aos limites da propriedade, mas exige comprovação de dificuldades intoleráveis ​​ou danos especiais. O juiz entendeu que, neste caso, o reclamante não apresentou provas suficientes para provar que a presença da árvore excedia a tolerância legal e não estava relacionada com os danos alegados.. A imposição de custos recaiu sobre a parte vencida.

Insatisfeita com a decisão, a parte reclamante recorreu da decisão, especialmente da avaliação judicial das provas e procedimentos agrícolas. Disse que não há razão técnica para abandonar a opinião dos especialistas e que a rejeição do relatório não tem sentido, sem uma forte base científica. Ele também desafiou a legitimidade dos recursos tecnológicos utilizados pelos oponentes da contra-inteligência, como links de Internet e referências da Wikipédia.

Diante do Senado, o juiz relator examinou a denúncia e admitiu que a exclusão do relatório agronômico não estava amparada em provas concretas. Segundo a decisão, a negação de competência deixou o processo sem provas essenciais e violou o direito de defesa da parte reclamante, porque a oposição dos colegas carecia de respaldo científico e não constituía uma verdadeira contracompetência.

Vista externa de uma casa branca com telhado de palha e jardim com grama, arbustos e duas araucárias, a grande nos fundos e a pequena na frente.
O despacho recordou que o Código Civil e Comercial não estabelece distância mínima de árvores entre edifícios e exige provas de danos especiais ou dificuldades intoleráveis. (Tribunal)

O Senado examinou detalhadamente as competências da agronomia e da arquitetura. O laudo do engenheiro descreveu a espécie como araucária angustifolia, apontou sua natureza e raiz e disse que era incomum uma árvore assim formar o chão. Ele afirmou ainda que as raízes têm tendência a buscar água ou minas nas condições do solo. Relativamente aos alegados danos no edifício, o relatório de arquitectura refere que são pequenos e geralmente em edifícios antigos, mas não pode conectá-los de forma confiável à presença de árvores vizinhas.

Em sua análise, o Senado destacou que as provas apresentadas não demonstravam que os danos à casa do autor foram causados ​​pelas raízes da araucária. Além disso, ele confirmou A presença de uma grande árvore perto do limite não constitui uma violação da tolerância legal exigida por lei..

A decisão do Senado também abordou argumentos sobre os perigos da queda de frutas ou galhos durante tempestades. O agrônomo informou que na região não há histórico de queda de araucárias por eventos climáticos, segundo registros da Prefeitura de Necochea e do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA). Em relação aos restos da planta, o relatório afirma que a amostra em questão produz apenas estróbilos masculinos e recomenda a sua limpeza mecânica após o processo de vento forte.

Foto de uma grande árvore de quebra-cabeças de macaco com tronco grosso e folhas grossas em um jardim ensolarado, próximo às paredes brancas de uma casa e vasos de plantas
O Tribunal confirmou que a prova pericial não comprovou ligação entre as raízes da araucária e os danos estruturais relatados na casa vizinha. (Tribunal)
Feche os galhos e folhas de uma árvore verde com o céu azul ao fundo
O relatório agronômico disse que a araucária angustifolia não tende a subir o chão nem procurar água ou abrigo nessas condições. (Tribunal)

Ao considerar a adequação das medidas preventivas, o Tribunal de Recurso em matéria civil e comercial distinguir entre reparar danos e prevenir problemas futuros. O tribunal afirmou que o réu tinha o dever de evitar que os destroços danificassem edifícios próximos, especialmente após uma tempestade com ventos superiores a 60 milhas por hora. Por conta dessa observação, ele ordenou ao dono da casa onde está a araucária terá que arcar com os custos de limpeza de folhas e estróbilos masculinos que caem nas casas vizinhas sempre que tal vento for registrado..

A decisão do Tribunal de Apelação Cível e Comercial de Necochea confirmou o indeferimento do pedido de indenização e do pedido de retirada da árvore, pois não foi comprovada a hipótese do artigo 1982 do Código Civil e Comercial ou a exigência de responsabilidade civil. No entanto, aboliu a negação de proteção contra obstrução e estabeleceu a obrigação de limpeza de resíduos vegetais como um requisito estrito.

O tribunal rateou as custas, atribuindo 75% ao autor e 25% ao réu, considerando que as partes deveriam arcar com uma parcela das custas judiciais devido à natureza do litígio e ao resultado de suas respectivas ações.

Vista exterior de uma casa amarela com telhado vermelho, parcialmente escondida por árvores e árvores de quebra-cabeças de macacos, atrás de uma cerca de madeira branca.
A decisão indicou que não havia histórico de queda de araucárias de Necochea devido a tempestades, conforme registros da Prefeitura de Necochea e do INTA. (Tribunal)

Este caso destaca as implicações legais da limitação dos direitos de propriedade e da comunidade em ambientes urbanos, especialmente quando há disputas por árvores de grande porte perto dos limites da terra. O despacho, segundo a decisão, destaca a importância das provas técnicas na avaliação dos danos e na prevenção da responsabilidade civil no direito argentino.

A discussão judicial incluiu referências ao desenvolvimento de leis sobre limites de propriedade e à substituição de regras de distância por disposições para tolerância razoável e danos efetivos. A decisão do Senado baseou-se na doutrina e na regulamentação dos chamados “meios materiais”, como a radiodifusão, e na a necessidade de analisar vários casos de presença de desconforto intolerável.

O processo também demonstrou o valor das provas periciais e a dimensão dos desafios. O tribunal considerou que a impugnação do arguido relativamente à perícia agronómica era infundada e a falta de perícia secundária, por falta de pré-pagamento de despesas, impossibilitava a possibilidade de nova investigação.

Uma casa amarela com jardim e uma grande árvore frondosa na frente; ao fundo, a copa da araucária aparece sob um céu ensolarado e claro
A Câmara de Necochea ordenou como medida preventiva a limpeza das folhas e dos estróbilos masculinos após uma forte tempestade de 60 quilômetros por hora. (Tribunal)

Quanto à prevenção de danos, a Assembleia enfatizou que as atuais exigências da legislação argentina visam prevenir os danos e não reparar os já ocorridos. Desta forma, mesmo que não seja comprovada a relação entre a árvore e os danos estruturais, foram tomadas medidas para reduzir dificuldades futuras associadas à queda de detritos.

A decisão estabelece que a presença de uma árvore, mesmo que seja de grande porte, não cria a obrigação de removê-la, a menos que haja um dano ou incômodo específico além da tolerância normal. A obrigatoriedade de limpeza periódica pós-tempestade é uma resposta apropriada aos perigos identificados pelos especialistas..

A decisão explica ainda que o ato de evitar a responsabilidade civil pode implicar obrigações a cumprir, como a limpeza do lixo, mas isso não significa a aceitação de comportamentos ilícitos anteriores ou a atribuição de responsabilidade pelos danos já causados.

Por fim, a decisão prevê que as condições impostas sejam fixas, ou seja, serão mantidas por muito tempo enquanto perdurarem as condições que as motivaram. O reajuste tarifário foi adiado para uma fase posterior.



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