o Universidade de Stanfordatravés do Instituto HAI (Instituto de Inteligência Artificial Centrada no Ser Humano) estuda desde 2017 como liderar, desenvolver e implementar 36 países. inteligência artificial.
De acordo com a última comparação chamada AI Index apresentada pela plataforma Global AI Vibrancy Tool do Stanford HAI, que deverá ocorrer em 2024, os 36 países são classificados da seguinte forma:
- EUA
- CHINA
- ÍNDIA
- Coréia do Sul
- Reino Unido
- CINGAPURA
- ESPANHA
- Emirados Árabes Unidos
- Japão
- Canadá
- Suíça
- Luxemburgo
- França
- Israel
- Alemanha
- BRASIL
- Irlanda
- Finlândia
- Arábia Saudita
- Portugal
- DINAMARCA
- Holanda
- BÉLGICA
- AUSTRÁLIA
- SUÉCIA
- Malásia
- Itália
- Rússia
- Áustria
- NORUEGA
- POLÔNIA
- México
- Estônia
- Peru
- Nova Zelândia
- África do Sul

Os pilares considerados na elaboração da lista são: pesquisa e desenvolvimento, responsabilidade, economia, talento, política e gestão, opinião pública e infraestrutura.
Por outro lado, o mesmo instituto de Stanford publicou o AI Index Report 2026, que descreveu como o relatório anual mais abrangente sobre o estado global da inteligência artificial.
O relatório dedicou uma secção à difusão da IA, ou seja, à forma como as ferramentas de inteligência artificial são utilizadas nas pessoas, nos países, nos empregos e nas atividades diárias. A título de ilustração, ele cita uma lista preparada pelo Microsoft AI Economy Institute que compara a adoção da IA nas 30 principais regiões durante o primeiro e o segundo semestre de 2025.

Emirados Árabes Unidos ocupam o primeiro lugar em ambas as temporadas: passou de 59% no primeiro semestre para 64% no segundo, um aumento de 4,60 pontos percentuais. Singapura permanece em segundo lugar com 61% no final do ano (+2,30%).
Em terceiro lugar ficou a Noruega com 46% (+1,10%), seguida pela Irlanda 45% (+2,90%) e França 44% (+3,10%). Espanha está em sexto lugar com 42% no final de 2025, tendo aumentado 2,10 pontos face ao primeiro semestre. A Nova Zelândia subiu para o sétimo lugar com 40% (+2,90%).

O Stanford AI Index HAI classifica os Estados Unidos como líder, com uma pontuação geral de 78,60 em 100.liderada pelo seu domínio nos pilares da economia e das infra-estruturas.

Os Estados Unidos abrigam 5.427 data centers de IA, dez vezes mais do que qualquer outro país, e lideram o mundo no consumo de energia relacionado a esta tecnologia, de acordo com o AI Index Report 2026.
Por outro lado, o mesmo relatório indica que o investimento privado em IA nos Estados Unidos atingirá 285,9 mil milhões de dólares até 2025, mais de 23 vezes mais do que os 12,4 mil milhões de dólares investidos pela China, embora esta comparação subestime o gasto total chinês quando se considera o peso dos fundos públicos.
Nas atividades empresariais, Os EUA também lideram com 1.953 startups de IA financiadas até 2025dez vezes superior ao país mais próximo neste índice.
No entanto, o relatório observa uma tendência que contradiz este dinamismo: o número de investigadores e programadores de IA que se mudam para os Estados Unidos caiu 89% desde 2017, e caiu 80% só no ano passado.

Estes dados confirmam o que os países norte-americanos já registaram na edição 2024 do Global AI Vibrancy Ranking.
A China ficou em segundo lugar com uma pontuação de 36,95, destacando-se em pesquisa e desenvolvimento. A Índia está em terceiro lugar, com 21,59, com seu conjunto de talentos.
A Coreia do Sul obteve 17,24 pontos, tendo a infraestrutura e a opinião pública como principais pilares. O Reino Unido completou os cinco primeiros com 16,64, com talento e infraestrutura na liderança.

O Stanford AI Index HAI inclui dois países da América Latina. O Brasil lidera a região com uma pontuação total de 12,74, que é apoiada principalmente por seu talento e infraestrutura.
Já o México somou 8,23 pontos, o que também mostra que seu maior ponto forte é o talento, seguido pela opinião pública.
Ambos os países obtiveram pontuação zero ou quase zero na economia e na IA responsável, mostrando a profunda lacuna entre o estabelecimento de empresas e a estrutura de governação dos países líderes do índice.















