ele Conselho Nacional Eleitoral (CNE) Na quarta-feira, um grupo de ex-juízes, ex-vereadores e ex-funcionários da organização eleitoral recebeu uma proposta de reforma da lei eleitoral, acção que será enviada para análise da assembleia das instituições do Estado no âmbito da sua competência.
A sugestão O objetivo da eleição foi participar da consolidação do sistema democrático hondurenho e propor alterações nas diversas disposições da lei que rege o processo eleitoral no país.
O presidente interino da CNE, Aixa Gabriela Zelayaafirmou que a instituição mantém uma política aberta para receber e ouvir propostas de diversos setores da sociedade que buscam contribuir para o fortalecimento da democracia.
“Aberto para discussão institucional e compartilhar ideias com todos os setores da sociedade que desejam participar no fortalecimento da nossa democracia”, disse Zelaya durante o encontro.
Este responsável explicou que o anterior grupo de responsáveis apresentou uma acção que prevê a revisão de muitos artigos da actual Lei Eleitoral, regras que incluem uma combinação 328 artigos.
Mas ele explicou A proposta não propõe substituir completamente a lei existente, pelo contrário, é melhor incluir uma série de reformas importantes nas diversas disposições que fazem parte do sistema jurídico que rege o sistema eleitoral hondurenho.
Zelaya afirmou que depois de ouvir apresentações de ex-juízes, ex-assessores e ex-funcionários eleitorais, Reunião do Conselho Nacional Eleitoral compreender e analisar o conteúdo da proposta proposta.
A análise deve ser feita tendo em conta a autoridade legal correspondente do órgão eleitoral e o potencial âmbito da CNE no que diz respeito à reforma da lei eleitoral.
O presidente interino do A mesa eleitoral enfatizou a importância de manter um espaço de discussão e participação, especialmente na assunção de responsabilidades relacionadas com o funcionamento da democracia e do processo eleitoral.
Nesse sentido, destacou que a participação das pessoas que dirigiram a instituição eleitoral no passado pode representar ideias importantes para identificar a possibilidade de mudar e melhorar o sistema.
A proposta surgiu após uma revisão por um painel anterior de funcionários, que afirma ter examinado diferentes aspectos da lei eleitoral e proposto alterações destinadas a fortalecer as regras que regem o processo democrático.

Durante seu discurso, Aixa Zelaya também falou sobre os problemas escritos durante o processo eleitoral em 2025 e acredita-se que as dificuldades encontradas naquele momento não podem ser atribuídas apenas à ausência de disposições legais.
O presidente interino da CNE confirmou que também existem situações relacionadas com o incumprimento do estabelecido na lei eleitoral.
“O problema que tivemos em 2025 não foi apenas a falta de lei, mas a falta de cumprimento dessa lei”, ele disse.
Com este anúncio, Zelaya disse que cada passo da reforma eleitoral deve ser considerado não apenas a criação ou modificação de normas, mas também a responsabilidade das instituições governamentais e dos funcionários encarregados de garantir a sua implementação.
Na sua opinião, Ter legislação adequada é um elemento importante para garantir um processo eleitoral seguromas também é essencial a participação daqueles que compõem a mesa eleitoral de acordo com as condições estabelecidas.
O chefe interino da CNE Acreditava-se que qualquer alteração na lei eleitoral deveria ser acompanhada do compromisso das instituições e da integridade dos responsáveis pela implementação das regras.
Nesse sentido, destacou que deve haver uma revisão da discussão sobre reformas eleitorais sobre o comportamento e as ações dos responsáveis pela organização e gestão do processo eleitoral.
Ex-juízes representaram o grupo de ex-funcionários que propuseram a ação Augusto Aguilar explicaram que estão a rever a lei eleitoral há vários meses.















