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Murillo chamou a oposição de “comerciantes” ao anunciar a nova reforma constitucional da Nicarágua.

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A copresidente da Nicarágua, Rosario Murillo, é fotografada durante um evento público em Manágua, Nicarágua. EFE/Stringer

Esta terça-feira, através de mensagem enviada ao Canal Seis da Nicarágua, a ditadora Rosario Murillo defendeu publicamente o cancelamento das eleições e confirmou o início do processo de reforma constitucional. afirmando que estas condições respondem ao direito do governo de definir o seu próprio sistema político.

Além disso, Rosário Murillo Enfatizou que apenas o povo da Nicarágua tem o poder de decidir sobre a sua democracia e instituições, apesar das crescentes críticas internacionais.

O copresidente explicou que participou na reunião com o corpo diplomático e representantes governamentais. Conselho Supremo para Eleições (CSE)que foi confirmado ser nicaragüense “No caminho para a melhoria democrática.”

Segundo Murillo, o país está passando por uma ampla consulta que inclui os setores militar, empresarial, acadêmico, cultural e religioso, com o objetivo de colocar os resultados desse processo no chamado Mês do Paísse não informar a data exata, presume-se que seja o primeiro dia do mês no país.

“O nosso povo não só é digno, mas tem o direito de escolher o seu caminho, de escolher a forma de desenvolver a sua democracia”Murillo disse em um comunicado coletado pelo Canal 6 da Nicarágua e transmitido na terça-feira.

19 de julho Nicarágua
Murillo enfatizou que a reforma constitucional busca aperfeiçoar o sistema político da Nicarágua baseado na autodeterminação e na unidade.

A regra de Daniel Ortega e Rosário Murillo Levantou questões entre a comunidade internacional pela suspensão das eleições e pelo apelo à reforma constitucional.

Segundo a versão apresentada por Murillo, a consulta visa incluir todos os setores da sociedade, desde militares e empresas até organizações indígenas e afroindígenas, bem como universidades públicas e privadas.

“Uma obra que fortalece o sentido de patriotismo e dignidade, o profundo sentimento democrático desta revolução”, declarado.

Durante o seu discurso, o ditador criticou aqueles que acusam a falta de democracia no país e acusou a oposição e os exilados de procurarem a intervenção estrangeira.

“Quem não é mais nicaraguense não precisa falar, porque perdeu o direito de ser nicaraguense, na verdade, quer intervir”disse o ditador.

O partido no poder sublinhou que “a continuação da paz, da estabilidade, da segurança e da estabilidade” é o principal pilar para avançar na luta contra a pobreza.

19 de julho Nicarágua

O processo de consulta, segundo informações divulgadas, prevê a participação de agentes públicos, do setor produtivo, atletas, transportadores e comerciantes, sob a expressão “homem do presidente”.

Para o regime de Ortega-Murillo, a reforma constitucional não representa apenas a independência, mas também a consolidação de um modelo que prioriza a estabilidade e a negação. “abordagem intervencionista” desde o passado.

Diante da comunidade internacional, o governo da Nicarágua afirma estar respondendo ao novo processo político “A Vontade do Povo” e apresentado como um exemplo de democracia participativa.

O andamento da reforma constitucional será apresentado oficialmente no primeiro dia do Mês Nacional, segundo o ditador.

As autoridades não determinaram se haverá observadores internacionais ou um sistema de verificação independente para o processo, enquanto persistem dúvidas sobre a transparência e legalidade da anulação.



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