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O protesto no Paquistão anuncia protestos em todo o país contra a 27ª emenda constitucional

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O movimento em todo o país foi organizado pelos partidos da oposição no Paquistão, previsto para domingo, em resposta à recente decisão do governo de desenvolver a 27ª ronda. Esta alteração propõe alterações significativas ao artigo 243.º e procura alterar a hierarquia dos militares.

Um dos outros aspectos da alteração proposta é a eliminação do cargo de Comissão de Chefe do Estado-Maior (CJCSC) e a introdução de uma nova função, o Chefe das Forças Armadas (CDF). Se aprovada, esta mudança poderá abrir caminho para que o actual chefe do exército, Marechal de Campo Asim Munir, se torne o primeiro CDF do Paquistão. Esta proposta segue o programa Sindoor da Índia, que consiste na infra-estrutura terrorista em áreas controladas pelo Paquistão em retaliação ao ataque mortal de Palgam em Abril.

Além das mudanças militares, a alteração inclui disposições para estabelecer um Tribunal Constitucional Federal (FCC) e reformar o processo de nomeação de juízes de tribunais superiores. Visa reduzir o poder do Supremo Tribunal do Paquistão, uma preocupação entre os críticos que consideram que estas mudanças minam a independência do poder judicial.

A coligação da oposição, conhecida como Tehreek-e-Tahafuz e o seu grupo (TTAP) e liderada por I-Insaf-e-Insaf (PTI) opôs-se fortemente à alteração, dizendo que ela põe em perigo os fundamentos da constituição. Allama Raja Nasir Abbas, uma figura do ttap e chefe do Majlis Wahdat-e-Muslimeen (MWM), criticou o governo pelo que descreveu como um sinal de instituições democráticas no país. Ele encorajou os cidadãos a defender as mudanças propostas.

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Mahmood Khan Achakzai, líder do Partido Pashtunkhwa Milli Awami (PKMAP), ecoou estes sentimentos, afirmando que o protesto será marcado pelo slogan “Longa Firmeza, com Ditadura”. Sublinhou que a manifestação apela à libertação dos presos políticos, destacando a visão da oposição sobre a aparente ameaça à prática democrática após a suspensão da alteração constitucional pelo governo.

À medida que as tensões aumentam, os parceiros da oposição obrigam-se a sair às ruas numa proposta para se oporem à pressão do governo por alterações, que acreditam que irão destacar os valores e instituições democráticas do Paquistão.

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