As declarações públicas dos líderes israelitas condenando os recentes ataques a clientes na Cisjordânia e a subsequente intervenção militar suscitaram o escrutínio internacional durante a reunião ministerial do G7 em Niágara, Canadá. Estes comentários inserem-se num cenário difícil, porque segundo Europa, o chefe dos Estados Unidos, Marco Rubio, manifestou preocupação com a possível influência da presidência do presidente americano no futuro da Faixa de Gaza.
Durante uma reunião diplomática no Canadá, Marco Rubio disse estar preocupado com o aumento da violência por parte de terroristas na Cisjordânia, especialmente depois dos recentes ataques dos agressores contra os palestinos Terça-feira na Palestina Terça-feira na Palestina Terça-feira na Palestina Terça-feira. O Secretário de Estado sustentou que poderá haver um impacto negativo para a proposta americana relacionada com o conflito americano-palestiniano e observou: Rubio, citado pela Europa Press, acrescentou que “não esperamos que isso aconteça. Faremos todo o possível para o evitar”, considerando a intenção do governo americano de pôr fim ao conflito. Ele lembra ainda que situações semelhantes já aconteceram antes, o que aumenta o alarme nos atores envolvidos.
A resposta de Washington foi recebida pela resposta oficial de Israel. Isaac Herzog, o presidente do país, emitiu uma forte declaração em resposta às “ações inesperadas”, e destacou que estas ações são da responsabilidade de “muitas e perigosas pessoas”. Herzog condenou veementemente o ataque, conforme detalhado pela Europa Press. Ao mesmo tempo, AVI Bluth, Chefe do Comando Central das Forças de Defesa de Israel (IDF), referiu-se ao mesmo incidente, chamando-o de “inapropriado e sério”. Bluth alertou que a violência não só remove a região, mas também destrói os dois movimentos e o Estado de Israel, segundo informações do portal israelense Ynet e destacadas pela Europa Press Europa.
Em resposta à acção violenta, as forças de defesa de Israel levaram a cabo uma operação na Cisjordânia com o objectivo de prevenir a situação e prevenir um novo conflito. Conforme noticiado pela Europa Press no jornal ‘The Times of Israel’, esta campanha resultou na prisão de quatro pessoas, embora três delas tenham sido libertadas na quarta-feira. Depois disso, um grupo de pessoas atacou o exército israelense envolvido na operação e causou danos a veículos militares, além de observar a persistência do clima.
Os acontecimentos na Cisjordânia e a resposta das autoridades israelitas criaram uma situação de preocupação no governo dos EUA, que teme que a escalada do conflito possa impedir a continuação da acção sobre o futuro de Gaza. Segundo a Europa Press, Rubio enfatizou a importância de prevenir os efeitos negativos da propagação da violência noutras regiões, embora tenha insistido que a administração dos EUA e as autoridades israelitas estão focadas em controlar a situação.
As posições e medidas tomadas por Washington e pelas autoridades israelitas revelam a sensibilidade da comunidade internacional à propagação da violência na região e o impacto directo no plano de justiça e segurança que tem encorajado Gaza. Segundo a Europa Press, o desenvolvimento da operação na Cisjordânia continua a ser importante para os decisores políticos dos Estados Unidos, o que reitera a preocupação e a necessidade de uma resposta aos ataques.















