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Primeiro teste não nuclear da BOMBA B61-12 em jatos F-35 foi bem-sucedido

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Os Estados Unidos anunciaram o sucesso da fase de testes da bomba termonuclear Tartical B61-12, marcando uma importante capacidade militar. Os testes, que incluíram o primeiro teste de voo não nuclear do b61-12 na aeronave F-35, continuaram durante três dias, de 19 a 21, no local de testes em Nevada. Os resultados foram confirmados pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, na sequência de um relatório publicado em 13 de novembro, que indicava que o teste deu resultados positivos.

Na série, a versão escrita do B61-12 foi substituída por uma bomba nuclear e depois lançada na aeronave F-35. Estas demonstrações destacam a confiabilidade máxima do sistema de armas, mas também da aeronave e do pessoal envolvido na operação. O programa de extensão de vida (LEP) do B61-12 foi concluído em 2024, estabelecendo uma extensão da vida útil do bombardeiro em pelo menos 20 anos.

Jeffrey Boyd, líder de controle do B61-12 e B61-13 em Sandia, enfatizou o extenso planejamento e trabalho em equipe que culminaram nesses testes de voo bem-sucedidos. “Os testes de voo do B61-12 F-35Ta realizar o teste de voo do voo é a implementação do plano e muito esforço”, disse Boyd, destacando a cooperação entre as diversas agências que estiveram envolvidas no projeto.

A bomba B61-12 é uma extensão da família B61, que se apresenta como uma arma sem núcleo, sem fornalha, que depende da gravidade para ser lançada. Este último teste avaliou pela primeira vez a introdução da bomba nos jatos F-35a, garantindo que a suspensão da bomba possa ser interrompida em condições razoáveis. É importante notar que o teste não é um teste nuclear, mas uma demonstração da confiabilidade do sistema de controle de lançamento do F-35a.

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O F-35a é um ponto-chave de discussão nas forças armadas modernas, sendo certificado para forças de ataque nuclear em 2023. Este processo de certificação está em desenvolvimento há vários anos. Ao contrário do F-22 Raptor, que foi projetado principalmente para combate aéreo, o F-35a foi estrategicamente projetado para incluir capacidade de ataque nuclear.

Russ Goemeere, porta-voz do escritório do programa F-35, confirmou a importância do F-35a, que é a primeira aeronave movida a energia nuclear do mundo e a primeira nova plataforma designada para esta capacidade desde a década de 1990.

No mundo da dinâmica nuclear, especialmente a reacção ao ex-presidente Donald Trump sugeriu que países como a Rússia, a China e o Paquistão conduzissem testes nucleares subterrâneos, o secretário dos EUA, Chris Wright, rejeitou tais alegações. Ele observou que a discussão em torno destes testes pode estar relacionada com uma avaliação sistemática e não com uma explosão nuclear real.

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