A Administração Federal (FAA) emitiu um bom alerta a todos os pilotos no ar sobre a Venezuela, aconselhando-os a ter cautela, mas a aumentar a cautela devido ao aumento da preocupação e ao aumento da atividade militar na região. Este comunicado indicou que a ameaça enfrentada pela ameaça pode ser perigosa para as aeronaves em diversas montagens, o trabalho de impacto para as aeronaves que saem e estão presas, bem como para as que estão no solo.
O alerta surge num momento de tensões acrescidas, num momento em que a administração Trump intensifica a pressão sobre o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que enfrenta acusações relacionadas com o narcoterrorismo. Os Estados Unidos reforçaram a sua presença perto da Venezuela, realizando voos de bombardeamento ao longo da costa, atacando por vezes a situação de ataque no âmbito de exercícios. A implantação do porta-aviões USS Gerald R. Ford marcou o aumento da atividade naval dos EUA no Mar do Caribe, perto da Venezuela, mas é uma das maiores manifestações militares em dezenas de regiões.
Como operação militar, realizaram ataques direcionados a pequenos navios nas Caraíbas, nas Caraíbas e no Pacífico Oriental, que se acredita estarem envolvidos no tráfico de droga para os Estados Unidos. Esta campanha causou mais de 80 polêmicas desde o início de setembro.
Mary Schiavo, ex-inspetor-geral do Departamento de Transportes, observou a emissão de tais avisos pela FAA durante um período de conflito militar, expressando esperança de que os pilotos tomem precauções. Embora tenha enfatizado que esses avisos não sugerem um ataque corpo a corpo, eles aconselharam os pilotos. Ele observou que os Estados Unidos podem estar se preparando para uma possível ação militar da Venezuela ou o equivalente a mais operações contra os cartéis de drogas.
Em resposta a uma investigação sobre o alerta, o Pentágono encaminhou questões à FAA, que confirmou a emissão do aviso e indicou que permaneceria em vigor durante 90 dias.















