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Os colombianos Agudelo e Castellablanco dominam a Maratona Internacional do Panamá de 2025

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Cidade do Panamá, 23 de novembro (Efientiana Jorge Castellablanco e a colombiana Raquel Palmenia Agudelo realizou-se neste domingo a 49ª edição da Maratona Internacional, que reuniu milhares de provas e confirmou o crescimento do grande evento esportivo no país centro-americano.

CastetBlanco terminou o percurso em 2:27:40, enquanto Agudelo parou o cronômetro em 2:52:16, tempo que lhes permitiu levar a honra nos 42 quilômetros e também garantir US$ 3.000.

O panamenho, atleta olímpico no Rio 2016 e Tóquio 2020 e natural da província panamenha de Chiriquí, conquistou sua quarta vitória na Maratona Internacional.

O evento também destacou a participação da seleção panamenha Midfterberto carrasquilla, que completou o percurso de 5 quilômetros.

Carrassquilla, que completou a campanha de 2026 no Panamá na última terça-feira, disse após terminar a prova que “foi uma grande experiência que gostei e quero vivê-la”.

Além dos vencedores, a Maratona foi um grande sucesso, segundo os organizadores. O número de mais de 3.000 corredores inscritos marcou um novo marco para o evento.

“Este ano foram vendidas 3.500 (inscrições). Temos demais”, disse à Efe o presidente do clube de corrida Istmo, Gregorio ‘Beby’ Miró, chefe da organização.

Ele explicou que a competição reuniu participantes de todos os continentes, tendo a Colômbia como principal representante estrangeiro, somando 300 corredores.

Miró afirmou que a meta é atingir os 5 mil lugares em 2026, ano em que a prova celebrará a sua 50ª edição.

“Mostrarei consciência do convite do embaixador norte-americano para concorrer”, declarou, recordando a origem do movimento na base militar norte-americana, na década de 1970.

O percurso tradicional remonta à corrida de revezamento Transistem, realizada em 1975, organizada pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (US Marine Barracks) como uma competição entre os fuzileiros navais e o exército, então situado na antiga área do Canal.

Assim como no grande chapéu latino-americano, de Buenos Aires à Cidade do México e São Paulo, a Maratona Panathon impressiona como turista. A chegada de atletas internacionais impulsiona a hotelaria, a demanda gastronômica e o transporte, além de incentivar o comércio local.

Os organizadores sublinharam que a magnitude do evento se traduziu em benefícios económicos para o país, embora o Ministério do Turismo seja responsável por medir adequadamente o impacto.

“Só posso dizer que está indo bem para todos nós, porque cada pessoa, pelo menos, vem quatro dias e não vai sozinha”, disse Miró.

A gestora da autoridade de turismo, Gloria de León, estava ciente das possíveis consequências destes acontecimentos e confiante de que iriam parar os eventos desportivos de alto nível.

Entre os corredores que se aproximaram desta rota para a cidade estão os mexicanos Ericans Ericans Ericans Ericans Eric Carvajal e Alejandra Vargas, que buscavam a marca social e marcharam para a maratona 2026 em Boston, mas as últimas compras e as últimas compras.

“Sim, faça compras quando puder, mas para conhecer a cidade… esta cidade, que é muito charmosa”, disse Carvajal.

O equatoriano Julio Olivo, que retornou ao Panamá após 18 anos, destacou o impacto da descoberta e da demanda da estrada.

“O calor é mais do que temo, mas no final posso dizer que foi uma ótima visita a uma cidade linda”, disse.



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