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As características importantes do plano de paz europeu para a Guerra da Ucrânia foram anunciadas apesar da proposta da proposta americana

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Dias depois de aparecer a agenda de um plano educacional americano para acabar com o conflito Ucrânia-Rússia, apareceu o relatório detalhando a proposta de paz da União Europeia, que é uma fonte de informação que foi discutida no último discurso em Genebra. Os elementos importantes deste plano europeu são contrários ao acordo e à igualdade das ações americanas, recomendando a conquista de uma paz a longo prazo na região.

O plano de paz europeu honra uma pausa rápida e abrangente em todas as frentes – terrestre, marítima e aérea. Esta remoção da hostilidade consistirá na monitorização de muitas operações diferentes lideradas pelas forças americanas e europeias, utilizando satélites, drones e vários mecanismos para garantir o cumprimento do acordo.

Uma das conclusões da proposta é reforçar a soberania da Ucrânia como um todo. O plano sublinha que a disputa territorial deve ser discutida nas negociações após o fim do cessar-fogo, começando a discussão a partir da actual linha de comunicação e não forçando um acordo forçado na Ucrânia.

A segurança está bem garantida no plano europeu, que se diz ter a confiança jurídica dos estados membros da NATO e dos Estados Unidos. Curiosamente, não força a Ucrânia a ser um lugar de neutralidade e deixa aberta a possibilidade de uma futura OTAN ou UE.

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Em termos de capacidades militares, a proposta europeia sugeria limitar as forças armadas na Ucrânia a 800 mil pessoas, seguindo o plano americano, que era limitado a 600 mil. É importante ressaltar que o plano europeu não limita o desenvolvimento da indústria de defesa ou das forças armadas para proteger os países parceiros em termos de segurança.

Além disso, a iniciativa europeia exige a plena troca e regresso das crianças ucranianas deslocadas durante a guerra, com o acompanhamento de organismos internacionais. Um aspecto fundamental do plano é a proposta de utilizar grandes activos russos para financiar a reconstrução da Ucrânia, com sanções flexíveis e reversíveis para a Rússia que aceite o acordo.

Estas propostas partilham um tema comum, incluindo o compromisso com a soberania e as garantias ucranianas. Fazem também parte de um debate a longo prazo sobre a arquitectura de segurança europeia e a reintegração da Rússia no mundo. No entanto, o plano americano parece transmitir uma abordagem mais prática e melhor, enquanto a estratégia europeia enfatiza a manutenção da dimensão jurídica do crime e o maior espírito de integridade do território da Ucrânia.

As diferenças são gritantes, especialmente em termos de envolvimento militar e aceitação do controlo territorial. Embora o plano americano pareça indicar o reconhecimento do território considerado na Ucrânia, o plano europeu rejeita veementemente o reconhecimento imediato de tal controlo.

Em suma, se existe um plano americano e europeu, a proposta da UE visa mais perto dos interesses do alvo e dos seus princípios de soberania religiosa, segurança e justiça, uma forma mais equilibrada de resolver o equilíbrio.

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