Na terça-feira, ele entregou oficialmente os restos mortais de um dos reféns mortos a Israel. O corpo está no Instituto Forense para obtenção de provas forenses, conforme confirmado pelas autoridades israelenses. A família do cidadão israelense Gvili ainda aguarda a devolução dos restos mortais de seu ente querido. Junto com os reféns israelenses, um dos mortos era um cidadão tailandês chamado Sudthisak Rinthalak.
Em comunicado, o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu observou que “Israel recebeu, através da Cruz Vermelha, que foi entregue às FDI e à Isa, que será transferida para Israel, onde será recebida numa cerimónia militar com a participação de um rabino militar”.
Lidar com os sentimentos familiares pode ser feito. Shira, irmã de Randi, expressou profunda tristeza, dizendo: “Sinto falta do meu irmão e o quero de volta. Estamos cansados, mas não estaremos cansados”. O sofrimento familiar continua a estar na origem da crise em curso.
Em resposta à situação, o órgão de fiscalização enfatizou a importância de adiar o fim do resto, rotulando-o como uma violação do acordo. Ele acrescentou ao pedido de Israel para o retorno dos outros dois reféns ainda em Gaza. O gabinete do primeiro-ministro apelou ao respeito pela família, instando o público a não divulgar informações não confirmadas.
O governo garantiu às famílias dos reféns que estão a ser mantidas informadas desta trágica situação. “As tentativas de devolver os reféns estão em curso e não irão parar até que o último refém seja devolvido”, observa ainda.
Em 23 de outubro de 2022, 251 pessoas teriam sido mantidas reféns pelo Hamas, desencadeando uma crise contínua e uma urgência em torno das negociações para a sua libertação.















