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Zelensky encontra-se com Macron para aumentar a ajuda europeia em meio a ataque russo

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A visita do Presidente Volodymyr Zelensky a Paris na segunda-feira acrescentou apoio à ajuda europeia a Upraine, mesmo com a diminuição dos desafios contínuos da Rússia. A discussão com o presidente Emmanuel Macron no Eliseu surge num momento importante se Kiev é uma proposta de paz apresentada pelos Estados Unidos, o que tem causado preocupação entre os países europeus ao exigir o pedido russo.

O pano de fundo destas discussões inclui o recente escândalo de corrupção que abalou a administração de Zelensky, levando à destituição do seu chefe de gabinete, Andriy Yermak, na semana passada. Esta mudança é como ver a Ucrânia enfrentar pressão no campo de batalha, com as forças russas a intensificarem os seus esforços ofensivos.

As negociações e negociações bilaterais entre os Estados Unidos e a Ucrânia têm uma série de conversações na Flórida no domingo, que são descritas como “produtivas”. O ex-presidente Donald Trump manifestou confiança na possibilidade de um acordo, embora reconheça que ainda existem questões não resolvidas que requerem mais negociações. Zelensky descreveu as conversações nos Estados Unidos como “muito bem-sucedidas” e indicou que uma decisão estratégica sobre o próximo curso de ação na Ucrânia deveria ser tomada após o processo contra a delegação que regressou.

Os esforços diplomáticos da semana podem ser críticos, conforme confirmado pela chefe da política externa do estado, Kaja Kallas, que destacou a dificuldade das negociações em curso. A primeira proposta americana incluía um plano com 28 relações diplomáticas que buscava pôr fim ao conflito, mas enfrentava críticas por exigir exigências russas, especialmente no que diz respeito à exploração de territórios no leste.

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Após pressão de Kiev e dos seus aliados europeus, os Estados Unidos alteraram a proposta, embora os detalhes revistos não sejam claros. O embaixador de Trump, Steve Wintkoff, está envolvido em conversações com a liderança russa esta semana, o que poderá ter implicações significativas no curso da guerra.

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reconheceu a complexidade do cenário diplomático, destacando as diferentes partes interessadas envolvidas e as parcerias necessárias para avançar. Entretanto, Trump reconheceu os desafios internos enfrentados pela administração de Zelensky, dados os recentes escândalos de corrupção que poderiam minar o apoio internacional.

Embora a guerra continue a ceifar a vida e a vida de milhões de pessoas, a Rússia aumentou os seus ataques na capital e nas áreas circundantes da Ucrânia, e houve recentes ataques aéreos que agravaram a crise humanitária. Além disso, surgiu a notícia de que Kiev assumiu a responsabilidade pelo recente ataque aos petroleiros no Mar Negro, alvo do financiamento da guerra. O Caspian Pipeline Consortium, envolvido na gestão do principal oleoduto da Rússia, condenou o ataque com drones como um “ataque terrorista”, reflectindo um profundo escrutínio na região.

Este desenvolvimento militar, político e diplomático destaca a urgência da solução, porque o outro lado navega no belo ambiente de pressão externa e conflito externo e conflito interno e conflito interno.

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