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Um dos mandados vermelhos, liberado em Lima, tinha carteira de identidade peruana: entregaram-lhe após apresentar certidão falsa

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Fonte: 24 horas/TV Panamericana

Cidadãos brasileiros Bruno de Souza Costaque foi descrito como líder da Ordem Vermelha, obteve documentos de identidade peruana mediante a apresentação de documentos falsos, segundo uma reportagem transmitida nesta segunda-feira pelo programa 24 horas de panamericana televisión.

José Téllez Palacios, chefe da divisão de investigação criminal (divincri) Maisanunciou que De Souza Costa, libertado recentemente em Lima, tem dupla cidadania nominal Kevin Mapis de Souza.

O suposto líder desapareceu em julho passado naquela cidade, privado de liberdade após ser sequestrado pela polícia. Um dos acusados, que se tornou policial da ativa, permanece em prisão preventiva.

“Há um grupo de criminosos, os indígenas, que têm à força esse cidadão brasileiro, que também quer. Eles sabem que os obrigaram a ir para o seu país e o privaram dos quarenta mil dólares que poderiam ter-lhe oferecido a liberdade”.

O assassino é um dos criminosos mais procurados pela Interpol na América Latina.

De acordo com o procedimento de resolução do Registro Nacional e Estado Civil (Reniec) divulgado em 31 de julho de 2023, Souza Costa redigiu certidão de município, e falou em 25 de outubro de 2002 e endereço em Putaya Hamlet. Os pais são listados como João Guilherme Misses do Mapa e Maria Eliane de Souza Mesquita.

O processo incluiu a apresentação do certificado de escolaridade ucayali e a declaração juramentada do cidadão peruano. Reniec viu sinais de ideologia e decidiu cancelar o DNI e a certidão de nascimento emitida em seu nome.

O caso também foi Conselho de aconselhamento jurídico e o autor da subdiretoria de compensação cadastral foi notificado. O programa indicou que o registro ilegal partiu do município que registrou os documentos com atraso. A investigação está em andamento e até o momento não houve sanções contra os funcionários da agência.

No final de novembro, o Tribunal Superior de Apelações de Ucayali ordenou a libertação de Souza Costa do Presídio de Ancón, após verificar a ausência de pedido oficial de remoção do Brasil no prazo de 60 dias.

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O juiz indicou que sem receber documentos ou pedidos adicionais, a juíza Sally Beltrán emitiu restrições à sua libertação e proibiu-o de sair do país durante cinco meses. O tribunal considerou que corrigiu a irregularidade e disse que a ausência da detenção é uma incompetência do Brasil, porque a detenção do acusado sem respaldo jurídico prejudica o respaldo jurídico.

ele Mandamento vermelho Surgiu no Rio de Janeiro no âmbito do sistema de penas e, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica (IPea), antecede e apresenta uma organização única que a capital Primeiro Da capital (PCC).

Com o tempo, consolidou diversos controles no Rio e ampliou sua presença na Amazônia e no Nordeste desde 2017. Ao contrário do PCC, o Comando Vermelho funciona sob o modelo de chefes de família e parceiros de grupos locais.



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