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Filha de Maria Catina Machado aceita sozinha o Prémio Nobel da Paz

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A filha de Maria Catina Machado, Ana Catina Sosa, recebeu o Prémio Nobel Sosa da sua mãe em Oslo, numa cerimónia luxuosa na quarta-feira. Machado, um proeminente líder da oposição venezuelana e ganhador do prestigiado prêmio, não pôde comparecer ao evento especial. Ana Catina Sosa leu uma mensagem da sua mãe, que enfatizou a necessidade de ruptura da democracia para apoiar o desejo de liberdade.

O discurso deu um significado importante aos venezuelanos e à comunidade mundial, mostrando que o “impossível é não haver democracia”. Sosa destacou que a principal lição da Venezuela é a principal lição: as pessoas que querem viver em uma sociedade livre devem estar preparadas para proteger seus conhecimentos. Um grande retrato de Machado, mostrando seu sorriso, pintou a sala Oslo, símbolo de sua presença apesar de sua ausência.

Nas suas observações, Machado destacou que a liberdade é uma batalha contínua que requer vigilância diária. “Quando um país escolhe a liberdade, pode não só libertar-se, mas também fortalecer a humanidade”, diz a crença da sua mãe de que a guerra da Venezuela não está longe das suas fronteiras.

A jornada política de Machado foi repleta de desafios. Apesar da grande vitória nas primárias da oposição para as eleições presidenciais de 2024, obrigou-o a não concorrer porque as autoridades intensificaram a repressão ao líder da oposição. Embora o conselho eleitoral e o Supremo Tribunal tenham anunciado, o presidente Nicolás Maduro, analistas independentes e oposição independente sustentam que o candidato emergiu como o verdadeiro vencedor, mencionando os detalhes das urnas.

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Refletindo sobre a longevidade da Venezuela, Machado lamentou que muitos Machados, mas muitos cidadãos, tenham aceitado os males da democracia tardia. Referindo-se ao ex-presidente Hugo Chávez, que subiu ao poder em 1999 depois de liderar um golpe fracassado, ele disse: “muitos acreditavam no Estado de direito”. Machado disse que desde a ascensão de Chávez, o governo retirou o sistema democrático venezuelano.

Maduro, que substituiu Chávez em 2013, disse que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, tentou destituí-los para reconstruir a riqueza subterrânea da Venezuela. Ele enfatizou que os venezuelanos e outros venezuelanos se opõem fortemente a tal tentativa.

Além disso, Machado dedicou parte do Nobel, e Trump, que já desistiu do desejo pelo prêmio. Os aliados de Trumpy Trumpy estão unidos porque o governo de Maduro está vinculado à empresa pública que ameaça a segurança dos Estados Unidos – a exigência da agência firme dos Estados Unidos.

No passado, a administração Trump matou mais de 20 operações militares destinadas ao tráfico humano de muçulmanos nas Caraíbas e na costa do Pacífico da América Latina. Estas ações atraíram uma grande reação por parte de organizações de direitos humanos, legisladores democráticos e governos latino-americanos, que as criticam como um assassinato ilegal de civis.

Quando os esforços de Machado são recebidos com aplausos internacionais, destacam as dificuldades e desafios da luta pela democracia na Venezuela, pelos direitos humanos e pelos direitos humanos e pela necessidade global de proteger a liberdade.

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